segunda-feira, 1 de outubro de 2012

AGÊNCIA BRASIL - 01/10/2012 - Segunda-feira



10h28


Ato na Praça da Sé relembra 20 anos do Massacre do Carandiru

Para relembrar o massacre, que completa 20 anos nesta terça-feira (2), movimentos sociais e a Pastoral Carcerária farão ato na Praça da Sé, em São Paulo. No dia 2 de outubro de 1992, policiais invadiram o presídio durante uma rebelião e mataram, com uso de metralhadoras, fuzis e pistolas, ao menos 111 detentos. Ninguém foi responsabilizado até agora.

Invasão da polícia deixou 111 detentos mortos

Após 20 anos, não há condenados pelo massacre
“Sou sobrevivente do Carandiru”, relata ex-detento
“Nunca vi algo tão desumano”, conta perito
Pastoral vê massacre como extermínio de pobres
“Polícia sem controle é polícia totalitária”
PM paulista matou 229 pessoas no primeiro semestre
15h42
Saldo positivo resulta de exportações de US$ 19,999 bilhões e importações equivalentes a US$ 17,442 bilhões. Apesar do valor superavitário, o resultado é 16,8% inferior ao de setembro de 2011, quando houve saldo de US$ 3,072 bilhões.
14h35







Pedro Antonio Arraes Pereira sai dois meses depois de publicada no Diário Oficial sua recondução ao cargo. O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, aceitou o pedido ontem.
13h27
O aumento entre julho e agosto foi 90,4%. Em julho, o saldo negativo foi R$ 2,59 bilhões. O crescimento do déficit é justificado pela antecipação, em agosto, da primeira metade do 13º salário concedida a beneficiários que recebem até um salário mínimo (R$ 622).
12h20
A Receita lançou o Programa Alerta, que dá aos contribuintes a oportunidade de corrigir erros nos dados informados ao órgão antes que seja aberto um procedimento formal de fiscalização. A divergência entre o que foi declarado pelas empresas e a estimativa do Fisco chega a R$ 3,154 bilhões.
6h55
Chamado inicialmente Diário Official do Imperio do Brasil, a publicação é o meio pelo qual o cidadão pode acompanhar os atos oficiais da Administração Pública, como leis, decretos, nomeações de servidores, abertura de concursos públicos, autorizações de viagens de autoridades para o exterior e orçamentos.
11h15
Considerado um dos mais importantes intelectuais do século passado, Hobsbawm tinha 95 anos e passou os últimos dias internado em um hospital devido a uma pneumonia. Ele é autor de dezenas de livros, a maioria sobre o século 20, que ele classificou como “a era dos extremos”, título de uma de suas obras mais famosas.
18h07
O ministro absolveu os 13 réus do Capítulo 6 da denúncia, que envolve partidos da base aliada do governo Lula, do crime de lavagem de dinheiro. “Não podemos confundir, e o revisor ressaltou isso muito bem, o exaurimento da corrupção com a lavagem de dinheiro”, disse Marco Aurélio.

14h05
A captação líquida (depósitos maiores que saques) da poupança chegou a R$ 1,5 bilhão em setembro. No ano, o resultado passa de R$ 12,1 bilhões, com crescimento de 55% sobre a captação líquida obtida no  mesmo período de 2011.
 
13h37
Segundo o TSE, as Forças de segurança começam a atuar hoje no município do Rio. Nas demais cidades, o trabalho será feito apenas domingo (7), dia da eleição. Os militares farão a segurança dos locais de votação e atuarão no sentido de garantir a legitimidade do pleito.

9h01







O Fundo de População das Nações Unidas destaca hoje, Dia Internacional do Idoso, que a parcela global de idosos está crescendo mais rápido que todas as outras faixas etárias, o que requer novas abordagens sobre cuidados com saúde, aposentadoria, condições de vida e relações intergeracionais.
 
12h36







Durante protesto da categoria, o presidente do Sindipol/DF, Jones Leal, disse que a Polícia Federal cumprirá "em sua totalidade" a liminar do STJ que determina atendimento das demandas da Justiça Eleitoral nos dois turnos das eleições.

COLUNA DO PAULO TIMM(De Portugal) - Essas nova CLASSE MÉDIA





 Essa história de CLASSE MEDIA a partir de míseros duzentos e poucos reais e com teto baixíssimo é um absurdo. Se não fosse de chorar eu pensaria que é PIADA, digna dos mais autoritários Governos.

Mas há, nessa questão toda da CLASSE MÉDIA uma grande fratura que acabará mal para o Governo.
Talvez até influenciado pela experiência chilena, ou sabendo do peso da classe média no Brasil – as professorinhas de Minas Gerais...! - o PT, desde o início, em 2003,  pensou em duas coisas: GOVERNABILIDADE, para não ser atropelado por uma SURPRESA de um Congresso inequivocamente conservador  e CLASSE MÉDIA, independentemente de filigranas conceituais,  pela importância que ela tem na  formação da opinião pública .  É ela que lê e ouve jornais, aliás,  da grande mídia.

Até aí tudo bem, no Sendero de se ter chegado  ao Governos por via eleitoral ,  com débil respaldo embora majoritário, mas sob o olhar desconfiado das classes proprietárias, do dito mercado financeiro e porque não dizê-lo, das forças armadas . Tratava-se, aparentemente, de  um PROJETO de CONSTRUIR A HEGEMONIA DA ESQUERDA NA SOCIEDADE BRASILEIRA. Algo muito influenciado pela tese gramsciana que vinha  ocupando o lugar do velho estalinismo entre nós .

Mas aí, o que passa?

Não se pode associar GOVERNABILIDADE, a partir dos PARTIDOS que hoje fazem parte da BASE ALIADA do Governo, com endosso da CLASSE MÉDIA ao projeto do PT.

Por que?

Porque os Partidos que aí estão não representam NADA, muito menos a classe média tradicional, que mais peso tem na formação da opinião pública. O PMDB, por exemplo, nada tem a ver com a Democracia Cristã de Eduardo Frei, no Chile de Allende.  São excrescências institucionais que FINGEM SENTIR QUE É DOR A DOR QUE DEVERAS SENTEM. Ou não sentem. São estruturas oligárquicas, tradicionais, sem qualquer CONEXÃO REAL com a SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA  e seus principais interlocutores, hoje aninhados em ONGs. SINDICATOS ASSOCIAÇÕES etc.

A BASE ALIADA até ajuda a Governança, IMPEDINDO tentativas de IMPEACHMENT, à la HONDURAS e PARAGUAI. Mas não respalda social e ideologicamente. Basta acompanhar as redes sociais para se verificar a ojeriza que a classe média tem com seus políticos.   A consequência é que a OPOSIÇÃO vai para a grande  mídia, alimentada, aliás, pelas gordas verbas da publicidade oficial,  sob o argumento de que detêm maiores índices de audiência..Uma verdadeira arapuca, alimentada pelo Governo...

E daí advém outro problema: O novo socialismo , inaugurado pelo PT, contrariamente aos modelos clássicos da social democracia européia, que consistia numa redistribuição capital/trabalho mais equitativa, se fundamente na transferência de renda da classe média alta para os mais pobres. E aí, então, para não criar um conflito aberto com a classe média em geral, o Governo ideologiza  e enaltece o aparecimento de uma nova classe média, por baixo. O resultado  é o Russomano, em São Paulo, um candidato, precisamente,  destes novos “desejantes”, criado pelo democratismo petista, como diria Renato Janine Ribeiro, ao associar PT, com aspirações democráticas por um mundo material melhor. Ou seja, tudo fazendo para obter o apoio da classe média, a qual, aparentemente, ainda dá à Dilma altos índices de aprovação, o PT, como Partido, que tem em Lula um verdadeiro ícone, está abrindo fraturas cada vez maiores na consciência crítica brasileira – como evidencia o artigo de Kliass -  e  está se divorciando da classe média. A mais alta, como bem diz Adriano Benayon, que nem sequer é rica, em termos internacionais – um pai de família que ganhe sete mil reais, deixa três para o Governo (INSS +IR) e vive com quatro mil, com os quais tem que pagar Plano de Saúde, Escola para os filhos e  despesas com o carro porque o sistema de transporte público não funciona, acaba, na verdade com uma disponibilidade liquida de mil dólares mensais, um bom salário mas longe de ser fonte de ódios de classe  ou base para reconstrução social. O grande problema da concentração da renda no Brasil  não é resultado dos altos salários da classe média, mas da elevadíssima concentração da propriedade, intacta  - e até fortalecida - sob o Governo petista.  





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DEBATE ABERTO www.cartamaior.com.br
Quais são essas "vozes" da nova classe média?
Renda do capital ainda é renda do capital, assim como renda do trabalho continua sendo renda trabalho. Por mais que a remuneração mensal dos despossuídos tenha evoluído, o conceito de classes sociais e seus conflitos de interesses continuam valendo para a análise do modo capitalista de produção.
Paulo Kliass
A Presidência da República está colocando em marcha uma delicada operação política, que pode trazer conseqüências perigosas para a análise e a compreensão de nossa realidade social e econômica. Tudo começou com o anúncio, por parte da Secretaria de Assuntos Estratégicas (SAE), do lançamento de um novo programa, considerado prioritário no âmbito do governo. Foi batizado com o nome de “As Vozes da Classe Média”.

Em tese, nada demais a chamar atenção, não é mesmo? Afinal, esse tema da classe média tem ocupado as páginas dos grandes jornais de forma crescente, ao longo dos últimos tempos. No entanto, vale a pena chamar a atenção para alguns elementos do entorno desse programa em especial e do simbolismo político envolvido com o fato. O atual titular da SAE é o dirigente do PMDB/RJ, Wellington Moreira Franco, que substituiu o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães desde o início do mandato da Presidenta Dilma. O órgão mais importante de sua pasta, porém, é o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), que era presidido desde 2007 pelo economista Marcio Pochmann, professor da UNICAMP e pesquisador crítico das correntes mais conservadoras dos vários campos das ciências sociais. Sob tais condições, o ministro carioca pouco conseguia influenciar na política interna do instituto.

As mudanças na direção do IPEA: de Pochmann a Neri

Convencido a disputar a prefeitura de Campinas pelo PT, Pochmann pediu demissão do cargo e Dilma optou há poucos dias pela nomeação definitiva de outro economista: Marcelo Neri, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ). Com esse passo, a avaliação reinante nos corredores do poder é que o conservadorismo tem todas as possibilidades de retornar às áreas dirigentes do IPEA. Independentemente de sua competência técnica e suas qualidades profissionais, o novo presidente do órgão representa grupos e correntes ligados à ortodoxia econômica e à ressonância de todo o pensamento neoliberal em solo tupiniquim. Afinal, as posições da FGV são mais do que conhecidas nesse domínio.

O lançamento do novo programa “Vozes da Classe Média” é a perfeita expressão política de mais um movimento de mudança no interior do governo. Neri é um estudioso da questão da distribuição de renda e coordenou recentemente uma publicação chamada “A nova classe média – o lado brilhante da base da pirâmide”, onde todo o foco reside nessa suposta nova composição de classe social em nossas terras. Do ponto de vista político, o trabalho articulado pelo pesquisador da fundação carioca cai como sopa no mel para os dirigentes políticos governistas. Tanto que a própria Presidenta fez referência pública ao autor, em um evento no Rio de Janeiro, ainda em abril passado, 
elogiando e recomendando a leitura da obra. Bingo: o recado político estava dado, para quem quisesse ouvir. Talvez tampouco seja mera coincidência o fato do PT não ter lançado candidato a prefeito no Rio de Janeiro e do governo federal apoiar o peemedebista Eduardo Paes, sempre ao lado do governador Sérgio Cabral, também do PMDB e muito prestigiado pelo núcleo duro de Dilma. O círculo se fecha.

Já Pochmann, havia lançado um livro com interpretação bastante diferente desse oficialismo chapa branca. A Editora Boitempo publicou há pouco a obra 
“Qual classe média?”, que chama a atenção logo de início pelo ponto de interrogação no próprio título. Como estudioso sério e crítico, o ex-presidente do IPEA lança uma série de indagações a respeito da suposta unanimidade em torno desse “novo” conceito de classe média. E demonstra que não se pode confundir a inegável melhoria nas condições de renda na base da sociedade com a transformação em sua estrutura de classes sociais. Com a devida vênia de nossa Presidenta, eu recomendaria também a leitura do livro de Pochmann. No entanto, por se tratar de um estudo que não compartilha desse clima de oba-oba ufanista e irresponsável, ele não é tão útil nem funcional para alavancagem da política governamental no varejo e no cotidiano. Afinal, a honestidade intelectual exige alguns “poréns” e algumas observações de reparo metodológico. Xi, lá vem o chato do Paulo Kliass outra vez... Pois é, são os ossos do ofício!

“Voices of the poor” e “Vozes da classe média”: do Banco Mundial à SAE

Em sua apresentação oficial, está dito que o programa “Vozes da classe média” pretende servir como parâmetro para a elaboração de políticas públicas pelo governo federal. Talvez não seja por outra simples coincidência que ele tenha recebido esse nome. Na verdade, trata-se de uma quase versão para o português de um conhecido programa do Banco Mundial lançado lá em 2000, na virada do milênio, que é chamado de 
“Voices of the poor” (Vozes dos pobres). Era uma tentativa de ouvir e estudar o fenômeno da pobreza ao redor do mundo, incluindo países como Brasil, Etiópia, Índia, Indonésia, Uzbequistão, entre outros. Mas para além desse vício de paternidade, o caminho que o governo pretende adotar agora contém graves equívocos metodológicos. Como a idéia é sempre elogiar o suposto sucesso da política de melhoria das condições da população da base da pirâmide, entra em marcha um verdadeiro “vale-tudo” no sentido de organizar, rearranjar e espremer os números e os dados estatísticos. O objetivo é oferecer resultados convincentes e belas conclusões. Tudo perfeito e adequado para o recheio do discurso oficial, a ser faturado politicamente.

Parte-se de um fato inegável: ao longo dos últimos anos, a política de transferência de renda (via programas como Bolsa Família) e a política de valorização do salário mínimo foram o carro chefe de uma transformação significativa nas condições da população mais pobre em nosso País. Com elas vieram também a ampliação dos benefícios concedidos pela previdência social, a melhoria das condições no mercado de trabalho e o acesso ao crédito. No entanto, também é amplamente reconhecido que a política econômica desse período continuou a favorecer e beneficiar as camadas mais ricas de nossa sociedade, por meio da política de juros elevadíssimos (que só começou a mudar no último ano), das isenções fiscais, das desonerações tributárias, da ampliação da privatização e toda a sorte de benesses dirigidas ao capital em geral e ao setor financeiro em particular.

Assim, apesar de ter ocorrido uma melhoria na distribuição na base da sociedade, o restrito topo da pirâmide foi ainda muito mais beneficiado. E como os níveis da desigualdade e de concentração são muito elevados, o aspecto significativo seria analisar o que ocorreu com os 0,5% mais ricos na comparação com os 99,5% restantes. Se pegarmos faixas amplas com os 10% ou 20% das famílias com maior renda, estaremos misturando alhos com bugalhos e as conclusões serão, obviamente, apressadas e equivocadas. Isso porque os dados utilizados vêm da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, onde apenas uma pequena amostra do total das famílias responde a um extenso questionário de forma voluntária. Com isso, os domicílios familiares de renda mais elevada tendem a subestimar as informações fornecidas a respeito dos valores e das fontes de seu rendimento efetivo.

Os números do programa e as conclusões equivocadas

De acordo, com o programa “Vozes da classe média”, os limites para fazer parte desse novo recorte de “classe” são os seguintes: de R$ 291 a R$1.091 como renda mensal familiar per capita. Dessa forma, as conclusões são uma maravilha! Mais de 50% da população brasileira estão nesse perfil – um total superior a 100 milhões de pessoas. Então, vamos lá verificar – na realidade concreta da vida real - quem está enquadrado dentro dessa inovadora definição de “nova classe média” e quem já está recebendo uma renda tão elevada que está até acima desse nível, passa a fazer parte das elites, da classe alta.

Consideremos o caso de um jovem casal, sem filhos. Um dos cônjuges recebe um salário mínimo e o outro está desempregado. Sua renda mensal é de R$ 620, o que nos permite concluir uma renda per capita de R$ 310 a cada 30 dias. Imaginemos ainda que seus vizinhos sejam um casal com 2 filhos, onde os pais trabalham e recebem cada um deles salário mínimo também. A renda mensal da família é de R$ 1.240, com uma renda per capita de R$ 310, como no caso anterior. Vejam que ambas as famílias são integrantes da “nova classe média”, pois estão acima do patamar mínimo de R$ 291, o que lhes permitiria a chave de acesso ao paraíso do consumo, segundo as capas das revistas semanais penduradas nas bancas de jornal. Pouco se fala a respeito da qualidade dos serviços públicos que recebem, como saúde, educação, saneamento, transporte público, etc. O que importa é a renda auferida.

Cabe ao leitor optar: o estabelecimento arbitrário desses valores seria ato de ingenuidade ou de maldade? Afinal, não é lá muito difícil contabilizar os níveis de despesa mensal dessas unidades familiares: o transporte coletivo numa grande cidade; o aluguel de moradia em péssimas condições; as contas de água, luz e telefone celular; o gás para cozinha; as compras de cesta básica e seus complementos; etc. Ora, o retrato é de uma sobrevivência nesse nível básico, que não permite quase nenhuma capacidade de poupança, nem o usufruto das boas condições de vida. Quem teria a coragem de afirmar que esses indivíduos seriam integrantes da “nova classe média”? Em sentido oposto, Pochmann nos oferece uma interessante reflexão a respeito do fenômeno, na apresentação de seu livro:

“O adicional de ocupados na base da pirâmide social reforçou o contingente da classe trabalhadora, equivocadamente identificada como uma nova classe média. Talvez não seja bem um mero equívoco conceitual, mas expressão da disputa que se instala em torno da concepção e condução das políticas públicas atuais.”

Por outro lado, tão ou mais impressionantes são as conseqüências da definição casuística do limite superior para o enquadramento em “nova classe média”. Imaginemos outra vez a situação de um casal típico de assalariados, com um filho. Ele acabou de conseguir um emprego numa empresa automobilística no ABC e recebe o piso da categoria. Ela é empregada de um banco e também recebe o piso salarial assegurado pelos acordos dos sindicatos com a FENABAN. A renda mensal do trio familiar supera R$ 3.300, com um equivalente per capita superior aos R$ 1.091 do programa oficial do governo. Dessa forma, a conclusão é assustadora: pasmem, mas essa família de trabalhadores não seria mais integrante da “nova classe média”. Em função dessa “estupenda” remuneração mensal, eles já teriam sido alçados à condição da elite, fazem parte das classes altas da sociedade brasileira! Uma loucura, para dizer o mínimo!

Trabalhadores ou classe média?

As políticas desenvolvidas ao longo da última década contribuíram para a melhoria das condições de vida da maioria da população. No entanto, o elevado grau de desigualdade social e econômica nos coloca ainda entre os países mais injustos do planeta. Assim, não se “acaba com a pobreza” da noite para o dia, apenas com uma canetada, estabelecendo um limite arbitrário de renda de forma injustificada. O caminho é longo e passa pelo aprofundamento das políticas de distribuição de renda. Não será por força dos limites quantitativos constantes de um eventual Decreto que o Brasil amanhecerá menos pobre ou menos injusto.

Reconhecer as significativas transformações ocorridas com a população de menor renda em nosso País ao longo dos últimos 10 anos não nos permite tentar avançar na deturpação dos dados da realidade. Não se pode ser conivente com a utilização política e eleitoral de informações viesadas, com o fim exclusivo de propiciar análises encomendadas para usufruto do governo de plantão. Renda do capital ainda é renda do capital, assim como renda do trabalho continua sendo renda trabalho. Por mais que a remuneração mensal dos despossuídos tenha evoluído, o conceito de classes sociais e seus conflitos de interesses continuam valendo para a análise do modo capitalista de produção.

Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.

Tempo em Visconde do Rio Branco-MG


Visconde do Rio Branco-MG
Esquina de Rua Santo Antônio com Dionísio Ferreira de Carvalho(Bairro Esportivo)


Temperatura máxima 27ºC
Temperatura mínima 8ºC
TEMPO CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO COM NÉVOA SECA.
Vento: FRACOS/MODERADOS
Direção do vento: E-SE
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA

Noite sem lua e com raras estrelas(18:39), Neste 
momento, na Rua Santo Antônio, temperatura a 28,3ºC.

AMANHÃ
Máxima 28ºC
Mínima 9ºC
NÉVOA ÚMIDA E/OU NEVOEIRO

Maria Auxiliadora Ribeiro Gomes(Viçosa-MG) - Arte do Vidro - 12








                                               Arte do Vidro - 12



Uma Carta de George Carlin - 24


CORPUS CHRISTI - 31








 
DIÁRIO OFICIAL
Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados

COISA BOA NÃO SE DIVULGA E NINGUÉM FICA SABENDO!


Foi publicado no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, A Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe: 

Art.1°
 - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.' 
Art 2°
 - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação. ' 
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei. '
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Não deixe de repassar aos seus amigos, parentes, conhecidos, enfim.
Uma lei como essa, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida! E isso vem desde 2002. Estamos em 2012!

PARA NÃO ESQUECERMOS NA HORA DO DESESPERO, SALVE E IMPRIMA ESTA LEI E COLE NO LIVRO DO SEU CONVÊNIO.
VAMOS REPASSAR?


 
"A Alma não Tem Segredo que o Comportamento não Revele."




COLUNA DA MÁRCIA MARIN(Angel City-PR) - CONTAGEM REGRESSIVA PARA A COPA 2014‏






Faltam 2 anos,

12 estádios,

1 seleção,

1 técnico,

30 hotéis,

14 aeroportos,

120.000 km de rodovias,

2.000 km de metrô,

6 trens-bala,

115 favelas pacificadas,

33.000 soldados preparados,

2.000 restaurantes e

150.000 motoristas de taxi falando inglês.

Sejamos otimistas, falta pouco!
O casal de velhinhos para o seu fusquinha num
posto da estrada para abastecer.
- Pode completar? - pergunta o frentista.
- Pode - responde o velho
A velha, meio surda, pergunta:
- O que foi que ele disse?
- Ele perguntou se era para completar!
- Vocês estão indo pra onde? - pergunta o frentista, novamente.
- Estamos indo para Sorocaba (interior de S.P.), visitar uns parentes - responde o velho.
E a velha:
- O que foi que ele disse?
- Ele perguntou para onde a gente estava indo...
- Uma vez eu conheci uma mulher de Sorocaba!
- tornou o frentista
- Mas não tive sorte... era uma mulher impertinente, chata,
que nunca parava de falar...
E a velha:
- O que foi que ele disse?
- Ele disse que conhece você