sexta-feira, 31 de maio de 2013

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COLUNA DO PAULO TIMM(Torres-RS) - DROPS




COLUNA DO TIMM

Drops Especial Consciência da Mata - junho 01

clique para abrir : DROPS

CRIE ASAS
Paulo Timm, 68 – Economista, Prof. Universidade de Brasília, residente em Torres- www.paulotimm.com.br

No dia das mães abri meu Face e lá estava um post de um velho amigo,  Renato Riella,Jornalista de Brasília, onde vivi uma vida, lembrando de um conselho de mãe – ““-Cuidado, formiga quando quer se perder cria asas! ”- que lhe guiou a vida inteira. Mas ele não o tomou como freio. Pelo contrário, como incentivo às próprias loucuras da vida que levou,  das quais não se arrepende nadinha...Alguém, mais cuidadoso, diria que ele  se esqueceu da mãe e entregou-se ao demônio. Caso perdido, pois assim é:  O diabo quando quer fazer alguém perder-se, põe-no louco...

Essas prosaicas questões me vêem à cabeça, hoje, ao ler uma entrevista de um arquiteto - Benedito Abbud /  Revista Prisma nº 47, maio de 2013- que tem passado a vida tratando das calçadas. Ia dizer “urbanas”, mas me detenho. Afinal, calçadas são sempre urbanas. Alguém já viu alguma calçada no meio do mato? Lá existem trilhas, caminhos naturais, veredas e passais. Tê-las-á visto nas estradas? Ora, salvo o calçadão entre Canela e Gramado, isso é muito difícil. As calçadas se confundem com a própria alma das cidades, conferindo-lhe, muitas vezes, não só urbana-idade, como distinção, aqui no duplo sentido, de nobreza e diferença. Uma cidade com calçadas é uma cidade civilizada. Uma cidade com calçadas não é apenas diferente, faz a diferença.  Quem não reconhece Copacabana nas calçadas  de desenho sinuosas, que tanto sugerem  as curvas do mar e montanhas em volta, como das belas moças que por ali transitam?

Abbud em sua entrevista fala como são importantes as calçadas para as cidades. Elas configuram o espaço, delimitam direitos – bicicleta, por exemplo, não pode andar em calçada, nem skate – promovem a integração e civilidade, dois elementos fundamentais da vida comunitária. Lamenta o urbanista que no Brasil as Prefeituras desdenhem tanto deste item, deixando-o à mercê dos acontecimentos. E até acha que a legislação atual, que entrega aos proprietários de lotes frontais a responsabilidade pela conservação dos passeios, é a principal responsável pelo seu abandono. Quantos acidentes ocorrem diariamente por falta de calçadas e acessos adequados para deficientes?

“Isto porque a desarmonia e o caos de que falava acima têm a ver com o fato de que cada proprietário de um imóvel residencial, comercial ou industrial é quem decide de que forma será sua calçada, quais os materiais que utilizará nela, qual o tipo de vegetação que será – ou não – plantada ali, resultando numa cacofonia, numa grande poluição visual e, em geral, na falta de manutenção, em passeios esburacados, com pisos irregulares e degraus, dificultando a locomoção de pessoas com deficiência visual ou locomotiva, e também para idosos e mães com carrinhos de bebê, por exemplo.”

Propõe ele, pois,  que as Prefeituras assumam essa responsabilidade de forma a elaborar projetos uniformes em materiais e design. E claro, constituam Departamentos de Paisagismo para tanto. 

É provável que grande parte das municipalidades no Brasil não consiga fazer isto. Afinal, sequer têm um engenheiro e acreditam que um urbanista já seria um luxo. Aqui em Torres, entretanto, bem que poderíamos ir fazendo alguma coisa. Temos na Prefeitura local engenheiros, arquitetos, gente especializada da melhor qualidade. De resto, caso não os houvesse, para isto foram inventados os Cargos em Comissão. Para as necessidades da comunidade e não dos apetites partidários.

Enquanto setembro não vem e que as calçadas não chegam, entôo por todos os cantos meu Manifesto dos Sem Calçada, que lancei há algum tempo:http://www.paulotimm.com.br/site/downloads/lib/pastaup/Obras%20do%20Timm/120122084630MANIFESTOS-PRO-TORRES-POLO-CINAMA-MSC.pdf

E quando saio a caminhar lembro-me do meu amigo brasiliense para não tropeçar em buracos, obstáculos de todo tipo que vou encontrando, muitas vezes praticados pela cobiça da privatização injustificada, senão velada irresponsabilidade que inclina calçadas para melhor acesso às garagens. E digo a mim mesmo: Crie asas!Fique louco...!

Manifesto do Movimentos dos Sem Calçada – MSC

DE PRAÇAS E CALÇADAS EM TORRES

MSC - Movimento dos Sem Calçadas TODOS PELAS CALÇADAS 

Leio com alegria a comunicação da 

Prefeitura de que , desde dezembro, a 

Praça XV de Novembro, no Centro 

de Torres, passa por um processo de 

revitalização . Consta que o trabalho 

compreende a reforma dos bancos, 

postes e lixeiras e substituição das 

lâmpadas queimadas por novas. O 

coreto existente na praça também 

receberá uma atenção especial na 

reforma, garantindo-se o belo estilo 

original.

"O trabalho é realizado de forma 

gradual e coordenada. Para 

restauração dos 22 bancos, oito 

postes, cinco lixeiras, coreto e 

demais benfeitorias serão empregados recursos na ordem de cerca de R$ 17 mil. 

Também será realizada a qualificação do paisagismo no entorno do coreto.

A praça data da década de 90, quando um grupo de comerciantes do entorno da praça se 

reuniu e formou a Associação Comercial, Industrial e de Serviços Praça XV de 

Novembro. Naquela época ficou decidida à construção de um coreto cuja arquitetura 

lembrasse as obras do final do século XIX (1880 a1900), época da Luta pela 

Proclamação da República. Após pesquisas, os integrantes da associação, optaram por 

construir o coreto em madeira com detalhes em ferro, sendo escolhidas as cores branco 

para o madeiramento e azul envelhecido pela técnica de patina com pincel seco para as 

peças em ferro. As telhas são de barro, em modelo francês, lembrando o país que ditava 

a moda arquitetônica da época." (ASCOM –TORRES)

Em boa hora decidiu-se a Prefeitura reformar a Praça XV. Ainda na semana passada, ali 

sentado com amigos, lamentávamos o triste estado dos postes sem globos nem 

lâmpadas, dos bancos e da sujeira do local mais central da cidade. Il suo cuore...Tomara 

que animado, o Prefeito em exercício , comece a reformar, também, as outras Praças da 

Calçadas bem projetadas e conservadas sào um direito 

do pedestre, indispensáveis à sua segurança. Mas são, 

também, fundamentais à paisagem urbana, 

constituindo-se como símbolos de bairros e até cidades.cidade, todas em lamentável 
estado de abandono. Tenho especial carinho pela Praça de 

Igreja, agora com novo calçamento em volta, mas ainda com entulhos por toda aparte e 

sem qualquer cuidado urbanístico. Quem sabe um passarinho de penas levemente 

amareladas pouse na consciência das autoridades levando-lhes uma mensagem de 

recuperação também desta Boa Praça?

Mas nem só de belas praças vive uma cidade, principalmente uma cidade turística, 

como Torres. Faz-se mister também cuidar das ruas e calçadas. E das faixas de 

segurança! Que ninguém respeita...

Detenho-me na questão das ruas.

A mais bela rua de Torres , por exemplo, bem poderia ficar isenta de pagamento de 

IPTU, de forma a que seus moradores contribuíssem a preservá-la em sua beleza. Mas 

qual a mais bela rua de Torres? Para mim, uma pequena travessa que trilho todo o dia, 

em direção à Lagoa do Violão: a Rua 3 de maio. Só fico me perguntando que data terá 

essa sido? Alguém me diz...?

E quanto às calçadas. Já é tempo de Torres se preocupar com elas. Mal feitas, à carência 

de um projeto urbanístico com desenho e materiais sugeridos, Torres se embelezaria 

muito se tivesse belas e seguras calçadas. Sequer há calçadas de acesso à Ponte do 

Mampituba, pela qual passam diariamente centenas de pessos. Uma ponte, aliás, que 

para ser mesmo uma "obra de arte", como se lhes denominava outrora, deveria 

completar-se não só com as calçadas de acesso, como, também, uma ampla rótula de 

distribuição dos veículos, placas de sinalização, canteiros. O que se vê, do lado de 

Torres, é uma caricatura de acesso. Um horror! A do lado do Passo é muito mais segura 

e distinta, embora modesta.

Voltando às calçadas: Em algumas capitais – São Paulo e Porto Alegre – já há um 

movimento em defesa das calçadas que tem forçado às Municipalidades a endurecerem 

o jogo com os moradores, responsáveis pela sua conservação. Penso até num 

movimento, já que a democracia só funciona à base da pressão deles, o MOVIMENTO 

DOS SEM CALÇADA, voltado “a luta pela existência de calçadas em Torres”. E já 

tenho nosso Manifesto, que colhi do CREA Bahia. Ei-lo:

A calçada ideal é aquela que garante o caminhar livre, seguro e confortável de 

todos os cidadãos. A calçada é o caminho que nos conduz ao lar. Ela é o lugar onde 

transitam os pedestres na movimentada vida cotidiana. É por meio dela que as 

pessoas chegam aos diversos pontos do bairro e da cidade. A calçada bem feita e 

bem conservada valoriza acasa e o bairro. A calçada ideal deve oferecer:

Acessibilidade – assegurar a completa mobilidade dos usuários.

Largura adequada- deve atender às dimensões mínimas na faixa livre.

Fluidez- os pedestres devem conseguir andar a uma velocidade constante.

Continuidade – piso liso e antiderrapante, mesmo quando molhado, quase horizontal, 

com declividade transversal para escoamento de águas pluviais de não mais de 3%. Não 

devem existir obstáculos dentro do espaço livre ocupado pelos pedestres.Segurança- não 
oferecer aos pedestres nenhum perigo de queda ou tropeço.

Espaço de socialização – deve oferecer espaços de encontro entre as pessoas para a 

interação social na área pública.

Desenho da paisagem – propiciar climas agradáveis que contribuam para o conforto 

visual do usuário.

Faça o download clicando no link do Guia Prático para a Construção de Calçadas, 

elaborado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da 




COLUNA DO TIMM

Drops maio 30/31 - Informativo Diário paulotimm.com.br : CORPUS CHRISTI



CORPUS CHRISTI
Homilia laica

Maria Auxiliadora Ribeiro Gomes(Viçosa-MG) - A Suíça e a Cultura Brasileira



A Suíça e a Cultura Brasileira





COLUNA DA MÁRCIA MARIN(Angel City-PR) - Sedução




Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.

No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: 'Você é a mulher da minha vida, eu te amo'. Fizemos amor apaixonadamente.

A amante contou a sua versão:
- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!

Aí a casada contou sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, me depilei por completo, fiz as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro,
botas com salto de 15 cm , máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado.
Pra incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando o ambiente.
Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:

- Diga aí, Batman, cadê a janta?
an>Z � i = ؿ� �O� le="line-height:1;margin-top:5pt;margin-bottom:5pt;text-align: justify;">O nosso papel como educadores é a formação de cidadãos conscientes e críticos, uma vez que o ensino produtivo diferencia-se na sua concepção essencialmente por possibilitar o desenvolvimento da personalidade para fomentar a criatividade dos estudantes, e ser capaz de transformar a realidade em seu contexto de atuação, levando-os à avaliação e auto-avaliação com o objetivo de reflexão constantemente sobre o seu nível de desenvolvimento.


Neste sentido, interessa-nos questionar: quais estratégias de ensino-aprendizagem são capazes de estimular a criatividade dos educandos no contexto da sala de aula? A fim de responder este questionamento, utilizaremos como subsidio teórico desta pesquisa as obras de Gardner (1995); Guilford (1967); Alencar (1998); Vygotski (1996), dentre outros. Além de suscitar a compreensão sobre o processo criativo, estabelecendo uma conexão entre inteligência e criatividade, referencial teórico às concepções de Lévy (1999), Ivônio Nunes (1992), Cipriano Luckesi (1997).
A técnica de pesquisa utilizada foi a documentação indireta, na qual recolhemos informações mais aprofundadas sobre o objeto de estudo através de pesquisa bibliográfica, com o intuito de consolidar sua fundamentação teórica (LAKATOS; MARCONI, 2001).

Para tanto, organizamos o presente trabalho em quatro capítulos, a saber: introdução; Tecendo conceitos sobre a criatividade; inteligência e criatividade: algumas interseções; a criatividade e o processo de ensino-aprendizagem.

O primeiro capítulo aborda a criatividade e sua importância, diferentes perspectivas teóricas do seu conceito e a importância de se criar espaços que possibilitem o desenvolvimento, sendo que para isso é necessário que o educador proponha-se a estudar e se qualificar possibilitando um ambiente de sala de aula propício ao desenvolvimento da criatividade.

O segundo capítulo foca a criatividade como recurso de auxílio ao desenvolvimento das inteligências múltiplas, compreendendo a relação da inteligência com a criatividade, dentro desta perspectiva verificaremos a importância da avaliação como recurso para identificar e sanar as dificuldades dos alunos, buscando, assim meios criativos e inteligentes que possibilitem essa superação. O terceiro e último capítulo se refere ao processo de ensino-aprendizagem da criança através da criatividade e o importante papel que o educador desempenha neste processo.



Leia na próxima Edição:


2 CAPÍTULO I - TECENDO CONCEITOS SOBRE A CRIATIVIDADE

Sayonara(QUARAÍ-RS) - EDUCAÇÃO -A criatividade e o processo de ensino e aprendizagem








A criatividade e o processo de ensino e aprendizagem


Sumário

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1 INTRODUÇÃO

Esta pesquisa tem como objeto de estudo a criatividade dos educandos como recurso potencial para a aprendizagem no contexto da sala de aula. A finalidade deste trabalho é propor estratégias pedagógicas de estímulo à criatividade dos educandos no primeiro ciclo (1ª e 2ª séries) do Ensino Fundamental. Para tanto, se faz necessário compreender o verdadeiro papel da profissão docente, a fim de lançar mão de métodos e recursos diversificados e enriquecedores para a prática pedagógica criativa. Neste sentido, a criatividade pode ser entendida como método ou recurso de aprendizagem.

Do contrário, estaremos validando uma prática arbitrária e descontextualizada às necessidades dos educandos. Pois, muitas vezes nos perdemos em nossa ignorância e fortalecemos o que Paulo Freire (1983) chamaria de pedagogia dos dominantes onde a educação existe como  prática da dominação.  

O educador faz “depósitos” de conteúdos que devem ser arquivados pelos educandos. Desta maneira a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. O educador será tanto melhor educador quanto mais conseguir “depositar” nos educandos. Os educandos,  por sua vez, serão tanto melhores educados, quanto mais conseguirem arquivar os depósitos feitos. (FREIRE, 1983, p. 66).


A criatividade tem um papel fundamental quanto ao desenvolvimento cognitivo e moral dos educandos, pois favorece o desenvolvimento do ser humano dentro de uma perspectiva sócio-interacionista, que permite ao sujeito expressar-se e construir o seu conhecimento, encontrando no educador a figura de um mediador para o estabelecimento das relações homem/mundo/cultura, além de possibilitar a resolução de problemas no cotidiano, fortalecendo-o quanto à percepção e o estímulo ao desenvolvimento da aprendizagem social para o seu crescimento e atuação sobre o mundo.

Contudo, para que ocorra esse desenvolvimento ele necessitará de um ambiente favorável, para que possa expressar e desenvolver potencialmente a criatividade. Portanto, o educador tem o papel de mediar esse desenvolvimento, uma vez que a criatividade é algo intrínseco ao ser humano. Os prováveis conceitos e teorias sobre a criatividade, apenas constituem um meio para a criação deste ambiente. No entanto, precisamos reformular e resignificar a nossa prática de ensino alicerçada em uma consciência que favorecerá e valorizará o pensamento criativo dos nossos educandos/as e educadores/as, pois é mais provável termos educandos criativos se tivermos educadores/as criativos.

A teoria das Inteligências Múltiplas é um fator importante neste processo, principalmente em relação aos procedimentos que se deve adotar no processo de ensino-aprendizagem, ou seja, é uma visão ao mesmo tempo nova e necessária, que deve ser seguida sem os rigores que travam qualquer processo de aprendizagem e de criatividade do indivíduo, mas que permitam uma nova concepção de avaliação da real aprendizagem.

O nosso papel como educadores é a formação de cidadãos conscientes e críticos, uma vez que o ensino produtivo diferencia-se na sua concepção essencialmente por possibilitar o desenvolvimento da personalidade para fomentar a criatividade dos estudantes, e ser capaz de transformar a realidade em seu contexto de atuação, levando-os à avaliação e auto-avaliação com o objetivo de reflexão constantemente sobre o seu nível de desenvolvimento.

Neste sentido, interessa-nos questionar: quais estratégias de ensino-aprendizagem são capazes de estimular a criatividade dos educandos no contexto da sala de aula? A fim de responder este questionamento, utilizaremos como subsidio teórico desta pesquisa as obras de Gardner (1995); Guilford (1967); Alencar (1998); Vygotski (1996), dentre outros. Além de suscitar a compreensão sobre o processo criativo, estabelecendo uma conexão entre inteligência e criatividade, referencial teórico às concepções de Lévy (1999), Ivônio Nunes (1992), Cipriano Luckesi (1997).
A técnica de pesquisa utilizada foi a documentação indireta, na qual recolhemos informações mais aprofundadas sobre o objeto de estudo através de pesquisa bibliográfica, com o intuito de consolidar sua fundamentação teórica (LAKATOS; MARCONI, 2001).

Para tanto, organizamos o presente trabalho em quatro capítulos, a saber: introdução; Tecendo conceitos sobre a criatividade; inteligência e criatividade: algumas interseções; a criatividade e o processo de ensino-aprendizagem.

O primeiro capítulo aborda a criatividade e sua importância, diferentes perspectivas teóricas do seu conceito e a importância de se criar espaços que possibilitem o desenvolvimento, sendo que para isso é necessário que o educador proponha-se a estudar e se qualificar possibilitando um ambiente de sala de aula propício ao desenvolvimento da criatividade.

O segundo capítulo foca a criatividade como recurso de auxílio ao desenvolvimento das inteligências múltiplas, compreendendo a relação da inteligência com a criatividade, dentro desta perspectiva verificaremos a importância da avaliação como recurso para identificar e sanar as dificuldades dos alunos, buscando, assim meios criativos e inteligentes que possibilitem essa superação. O terceiro e último capítulo se refere ao processo de ensino-aprendizagem da criança através da criatividade e o importante papel que o educador desempenha neste processo.


Leia na próxima Edição:


2 CAPÍTULO I - TECENDO CONCEITOS SOBRE A CRIATIVIDADE