(Compilação)
| 07/12/2012 - Indicadores do MEC apontam UFV como a sexta melhor universidade do país |
A UFV é a sexta melhor universidade do país e a terceira de Minas Gerais, de acordo com os indicadores de qualidade da educação superior 2011, divulgado, nesta quinta-feira (6), pelo Ministério da Educação (MEC). Em relação ao índice de 2010, a Universidade subiu uma colocação, já que estava na sétima posição. Os indicadores levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC) de 2011, além do Conceito Preliminar de Curso (CPC).
Para o IGC, foram avaliadas 2.136 universidades, faculdades e centros universitários. Já, para o CPC, foram 4.403 universidades – 2.642 públicas e 1.761 privadas -, além de 2.245 faculdades e 928 centros universitários.
Segundo a reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares, o resultado obtido é fruto do trabalho, da dedicação e do comprometimento de cada um que compõe a instituição: docentes, servidores técnico-administrativos e discentes.
Para o pró-reitor de Ensino Vicente de Paula Lelis, este desempenho - e também os dos anos anteriores, que têm mantido a UFV sempre entre as sete melhores do país, desde 2007 - representa o equilíbrio da UFV no ensino, pesquisa e extensão, tanto na graduação como na pós-graduação. Ele compartilha da opinião da reitora de que este índice é resultado do trabalho institucional: “Todos contribuem, direta ou indiretamente, para alcançarmos esta classificação e nos mantermos dentre as melhores”.
Índice Geral de Cursos
O IGC é um indicador de qualidade anual baseado nos desempenhos dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado) das instituições de educação superior. Seu cálculo inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), responsável por avaliar os programas de pós-graduação das instituições.
Entre os objetivos do IGC está informar a sociedade sobre as condições das instituições do país. Aquelas com notas insuficientes são impedidas de realizar algumas ações, como abertura de novos cursos, até resolverem os problemas indicados.
Já o CPC avalia o rendimento dos alunos, infraestrutura e corpo docente.
Nesta nota, o desempenho dos estudantes conta 55% do total, enquanto a infraestrutura representa 15% e o corpo docente, 30%. Na nota dos docentes, a quantidade de mestres pesa 15% do total, já a dedicação integral e doutores representam 7,5% (cada).
Mais informações estão no site do Ministério da Educação.
(Adriana Passos e Izabel Morais)
https://www2.dti.ufv.br/ccs_ |

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