sexta-feira, 5 de abril de 2013
COLUNA DO PAULO TIMM(Torres-RS) - Drops abril 05
Drops abril 05
ADAGIÁRIO BRASILEIRO
Leonardo Mota Neto
'No mundo não tem uma Maria só" (De Leonardo Mota,em
Adagiário Brasileiro")
DESTAQUES CULTURAIS
Vídeo
Piratas Somalis
marcoerlandi@gmail.com compartilhou um vídeo no YouTube
Piratas! Quem são os verdadeiros piratas da Somáliapor Milsonei dos Santos Cardoso
O diretor espanhol Juan Falque nunca se convenceu muito com a série de
reportagens e denúncias sobre os piratas da Somália. Por isso, decidiu pesquisar
sobre o assunto. O resultado é surpreendente: neste documentário, ele prova quem
são os verdadeiros piratas nas águas internacionais da Somália.
Tradução: João M.F. Galizes
AVISO AOS NAVEGANTES
Luana Piovani reclama de problemas do Rio de Janeiro: ‘podre,
polícia-bandido, ônibus em alta velocidade’ Atriz tem 36 anos (Foto: AgNews)Luana Piovani, 36, usou
novamente as redes sociais para desabafar. Nesta quarta-feira
(3), a atriz escreveu em seu Twitter que está cansada de ver o
Rio de Janeiro, cidade onde mora, abandonada. De quebra, a
loira ainda mandou um recado para o governador do Estado,
Sérgio Cabral (PMDB-RJ).
"O Sérgio Cabral mora aqui pertinho, estou quase indo lá dizer
umas verdades para ele. Rio está um c... sujo! Rio, eu amo eu
cuido, sei!! Copa, Olimpíada, sei", disse ela.
No microblog, ela prosseguiu e apontou alguns problemas da
cidade: "saco cheio dessa cidade linda e podreeeee!!!! Bandido,
polícia-bandido, elevado do Joá, ônibus em alta velocidade com
20 multas, van do diabo e vem me falar de pôr do sol?? De copa
das Confederações?? Lagoa podreeee, praia podree, tudo
sujooo!! Só tem bandido cercando o pobre povo jogado na lama.
Irritação agudaaaaaaa".
A atriz, em tom de indignação, ainda afirmou que deveria existir
uma mobilização internacional a favor da cidade. "Quero ver o
Cassel e a Bellucci achando o Rio demaaaaais, deixando
aquelas filhas lindas soltas por aí. Deviam era fazer um
movimento internacional e fechar o Brasil. Aí teriamos que nos
preocupar e organizar as internas. Parar com essa cachaça de
cidade maravilhosa. Maravilhosa para quem, cara pálida?"
Recados -Benicio Schmidt
Todo apoio para a Moçada! Forza!!!!!!Prezados (a) Amigos (a),
Vimos por meio deste, comunicar a todos que a reunião mensal
da OSCIP Amigos do Trem, acontecerá sábado, dia 06/04/2013,
no horário de 16:00hs na automotriz/litorina estacionada ao lado
da estação ferroviária de Mariano Procópio, na cidade de Juiz
de Fora/MG.
Participe da mesma e pague sua mensalidade em dia!!
OBS: Favor comunicar a todos sócios e simpatizantes da nossa
Associação da data e hora da reunião
Cordialmente,
Paulo Henrique do Nascimento
Presidente da Ong Amigos do Trem
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NOTÍCIA EM DESTAQUE
Coluna do Timm - Remembranças da Frente Ampla. O cronista anda sempre à cata de acontecimentos do cotidiano que lhe evoquem a inspiração.
Mas confesso que a conjuntura me parece muito enfadonha: No plano internacional além das
intermináveis querelas no Oriente Médio, agora repercutindo sobre Síria e Irã, o heróico brado
do líder da Coréia do Norte, beira o ridículo. Analistas apostam que ele não é louco. Deseja
apenas “negociar” algum apoio das potências ocidentais. Tomara! Mas diz a sabedoria
popular que o Diabo está nos detalhes. E eu temo que nessas análises algum detalhe não
esteja sendo percebido... Entre nós, a história requentada do baixo crescimento da economia
com o agravante da volta da ameaça inflacionária não me comove. Fico à espera de algo mais
arrebatador: Os líderes do PT condenados no Mensalão resolvem fazer auto-crítica e se
retiram da vida pública; produtos industrializados ultrapassam em valor as commodities na
pauta de exportações, anunciada a Reforma Política: Partidos são dissolvidos em benefício do
livre direito a candidaturas, fim dos Cargos em Comissão, ninguém pode ter dois mandatos
sucessivos... Ahhhh! Se isso fosse verdade...
Recorro ao Dr. Google: Que dia é hoje? O que se celebra? Quem nasceu ou morreu nesta data?
E tenho uma opção, já quase esquecida de todo mundo: Nesta data foi decretado, em 1968,
através da Portaria n. 117 do Ministério da Justiça , o fim da Frente Ampla? Veja-se como no
regime ditadorial se fazia política: Por Portaria...! Coincidentemente, a Frente Ampla foi a
última tentativa de enfrentamento democrático à ditadura. A partir daí desata-se o horror e a
violência . No dia 13 de dezembro daquele ano seria decretado o AI-5 e o país mergulharia nas
profundezas amargas dos “Anos de Chumbo”, que duraria até a posse do General Geisel, em
1974, quando ele dá início à “Abertura Lenta , Segura e Gradual”, sob cujo caráter, de alguma
forma, ainda vivemos...
Jornal do Brasil, de 06/04/1968.
Frente Ampla...? O que é isto?
Foi um movimento de contestação à ditadura criado por um de seus maiores promotores
e defensores, Carlos Lacerda , então defenestrado pelos Generais, e que chegou a ter o
apoio de João Goulart e Juscelino Kubitschek, jamais do Brizola.. Teve vida efêmera,
menos de dois anos, e ainda hoje é pouco estudado. Ficou sepultado com a morte
misteriosa destes líderes oito anos depois. E muitos altos e baixos. Em maio de 1967, por
exemplo, em discurso na Câmara dos Deputados, Renato Archer, um de seus articuladores,
informou que , em vista da posse de Costa e Silva, o Movimento entraria em recesso por 90 dias.
Muitos apoios diluíram-se, neste espasmo. No final de agosto, depois de várias advertências do regime a Lacerda para que suspendesse as articulações, o ministro da Justiça, Gama e Silva,
proibiu sua presença de Lacerda na televisão. Era a ante-sala de sua cassação. Archer, então,
assumiu a secretária-geral da Frente Ampla, comandando o apoio de JK e Goulart ao
Movimento.
A frente ampla
Movimento político lançado em 28 de outubro de 1966 com o objetivo de lutar pela “restauração
do regime democrático” no Brasil, a Frente Ampla tem como principal articulador Carlos Lacerda,
e contou com a participação dos ex-presidentes (e inimigos) Juscelino Kubitschek e João
Goulart.
Em setembro, a imprensa referia-se à formação de uma frente política — batizada de Frente
Ampla — reunindo Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek e João Goulart, e seus correligionários.
As negociações de Lacerda com Juscelino, cassado em junho de 1964 e exilado em Lisboa,
encaminhadas pelo deputado do MDB Renato Archer, avançavam com relativa facilidade, mas
com Goulart, desenvolvidas por intermédio do emedebista Armindo Doutel de Andrade,
mostravam-se mais difíceis. Cassado pelos militares logo após o golpe, Goulart vivia em
Montevidéu.
( Lacerda - http://direitasja.com.br/)
O movimento teve início com a publicação, por Carlos Lacerda, de um Manifesto, que é uma
análise da conjuntura política , lançado em 28 de outubro de 1966 com o objetivo de lutar pela
“restauração do regime democrático” e teve como momentos importantes a “Declaração de
Lisboa” firmada por Lacerda e JK , de novembro de 1966 , e a Declaração de Montevidéu,
firmada por Lacerda e Joáo Goulart em 26 de setembro de 1967.
Carlos Lacerda é uma das figuras mais marcantes da galeria dos políticos
brasileiros. Oriundo de família de comunistas, foi simpatizante do PCB até o ano
de 1939. Nesta data teria sido repreendido pelos comunistas e “virado a casaca”,
vindo a se tornar no maior líder contra os comunistas e os Governos de Vargas
(1951-54) , JK (1955-60) e João Goular (1961-64) . Daí ser conhecido como “O
demolidor de Presidentes”, sempre voltado à mobilização conservadores como
reação às tendências esquerdistas daqueles Governos. Neste sentido, veio a
cumprir um papel decisivo ao êxito do Golpe Militar em 31 de março de 1964,
contribuindo com inflamados discursos , veementes editoriais e artigos no seu
Jornal “Tribuna da Imprensa” e inflamados discursos na Câmara dos Deputados,
onde brilhava. Uma de suas frases mais famosas ficou registrada num destes
editoriais, no dia 09 de novembro de 1955, sobre a eleição de JK:
“...esses homens não podem tomar posse; não devem tomar
posse; não tomarão posse”. Lacerda, era, pois, além de reacionário, golpista inveterado. Virou-se contra o regime militar
quando percebeu, com a suspensão das eleições presidenciais, previstas pela Constituição, para
se realizar em 1965, foram suspensas, prorrogando-se o mandato do General Presidente
Castelo Branco até 1967. Sucedendo-se o regime viria a dissolver os Partidos Polítcos em 1966,
frustrando cada vez as ilusões de Lacerda em se candidatar à Presidência. Nas eleições deste
último ano sofreria, ainda, um revés, ao ver seu candidato ao Governo da Guanabara (RJ)
derrotado pelo ferrenho adversário Negrão de Lima.
Visto com desconfiança seu Manifesto, em virtude do “vício de origem”- Lacerda, alcunha “O
Corvo”, fora o maior adversário de Vargas, JK e Jango - , o Movimento levou algum tempo para
ganhar corpo e relevo político. Só depois da adesão de Kubtscheck e Goular ele se tornaria
convincente. Chegou a fazer comício mobilizadores nas cidades paulistas de Santo André, São
Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, em dezembro de 1967, e em Londrina e Maringá, no
Paraná, no início de abril de 1968. “Esses últimos eventos, reunindo mais de 15 mil pessoas,
coincidiram com as manifestações estudantis realizadas em todo o país em repúdio à violência
policial que, no Rio de Janeiro, causara a morte do estudante Edson Luís de Lima Souto no final
de março”. (Lacerda, cit)
Manifesto da Frente Ampla. Íntegra (1966)
27.10.1966 – Carlos Lacerda
O MANIFESTO
“Em nome do povo brasileiro vimos apresentar o protesto e a
reivindicação que ele merece e exige.
Representamos correntes de opinião que, juntas, reúnem a
maioria do povo. Representamos, também, instituições que,
perante a História, encarnamos pela mão do povo. Defendemos
o voto e a lei, em função da ânsia de liberdade e do progresso
social, cultural e econômico que caracteriza o Brasil moderno
no mundo em mudança.
Dessa representação nenhuma violência nos pode privar. E o
povo precisa que seus líderes falem - para que em seu lugar não
sejam ouvidos apenas os que têm medo do seu voto.
Juntos, não somos a mera expressão de uma frente ocasional.
Nosso encontro é mais importante do que as nossas pessoas. Temos o dever de dar voz ao povo silenciado. E definir, em seu
favor, os rumos que, seja qual for o sacrifício pessoal a fazer, o
povo tem o direito de exigir de todos os que tiveram ou aspiram
a ter a honra de governá-lo.
Há momento em que se unir para lutar por todos é a única forma
de ser coerente. Assim, diante da invasão. Assim, também,
diante da usurpação. Assim, na guerra. Assim, nessa guerra que
o Brasil tem de enfrentar, a guerra contra o atraso, o
pessimismo, o desalento. Essas forças negativas apropriaram-se do poder. O POVO precisa, unido, mobilizar-se para fazer
triunfar a esperança de dias melhores.
A nossa união, pessoalmente desinteressada, representando a
superação de graves divergências e naturais ressentimentos, é
respeitável precisamente porque não é manobra política e, sim,
mandado de consciência.
Não foi fácil o nosso encontro. Mas vale o esforço pelo
resultado e pelo exemplo. Nossa pessoa é o que menos
interessa. As ditaduras vivem da desunião dos que prezam mais
as suas divergências do que a liberdade do povo. Por isto, mais
do nunca, esquecemos o amor-próprio e a vaidade para falarmos
juntos o que a grande maioria do povo sente, pensa e quer.
O exílio e o ostracismo não bastam para exonerar-nos da
condição de brasileiros e da obrigação de fixar rumos, ante a
decepção e a angústia que se apoderaram do povo. Pode o
arbítrio privar alguns ou muitos, segundo a maré do ódio ou as
tortuosas conveniências do grupo dominante, do seu direito de
influir nas decisões nacionais. Mas, não nos prova nem isenta
dos nossos erros e capacidades; esses deveres têm de ser
exercidos com lealdade e na hora oportuna, que é esta.
Houve uma "eleição para a qual o povo não deu poderes a
ninguém." Tem o povo o direito de saber o que pretendem fazer
à sua custa os que se arvoram em tutores do Brasil.Não nos encontramos para o conformismo nem muito menos
para a adesão, como fazem alguns que serviram conosco ou se
serviram de nós, mas se ajuntam à usurpação e colaboram com
a impostura sem olhar coerência e, sim, apenas conveniência.
Numa hora de evasivas, trazemos uma afirmação. Numa hora de
pretextos, trazemos motivação. Numa hora de violência,
trazemos uma palavra de paz. Não uma paz imposta, mas uma
paz consciente e livre.
Não fazemos a apologia do passado. Nem crítica, nem
autocrítica. Apenas ressaltamos que havia um esforço
constante de aperfeiçoamento do tempo. Esse esforço recebeu
a contribuição menor ou maior, no governo ou na oposição, dos
signatários e de milhões de brasileiros. Hoje, essa conquista,
renegada por alguns, é negada a todos. Depende do capricho de
um e do arbítrio de alguns que tal capricho guiam, ao sabor de
suas conveniências e peculiares interesses. Preocupa-nos, nos
erros do presente, o comprometimento do futuro do Brasil.
Renegar o esforço, já incorporado ao patrimônio do povo, de
tantos anos de exemplos e lutas, é deixar no país a ferida
aberta às infecções totalitárias. Essa tristeza, essa desalentada
postura em que ele se encontra, não é senão a véspera do
desespero, que leva a tudo. Já o protesto da mocidade
brutalmente sufocada é a evidência da inevitável reação do
povo.
A eleição foi suprimida e, no entanto, era cada vez mais
autêntica. Interrompê-la, agora, é um crime contra a eficácia do
processo democrático em que erram os ditadores, os seus erros
inevitáveis, mas os corrige pelo próprio uso dos instrumentos da
democracia. Os ditadores raramente acertam onde o povo erra.
E, quando erram os ditadores, o seu erro quem paga é o povo.
Havia, e urge reacendê-lo, um impulso de fé e confiança do povo
em suas próprias forças. Governar deve ser animar. Hoje, é
deprimir. Governar deve ser mobilizar entusiasmos e
capacidade. Hoje, é desconfiar e improvisar. Havia um certo otimismo criador sem o qual as nações se confessam de
antemão vencidas. Esse otimismo precisa ser restaurado. Para
isto é preciso substituir no poder os que desprezam o povo
porque, não conseguindo inspirar confiança, são pessimistas,
sistemáticos.
A crise de confiança em nome da qual se derrubou um governo,
suspeitado de pôr em perigo as eleições, tornou-se uma trágica
realidade sob o atual governo, que acabou com as eleições.
Como pode o povo confiar em quem nele não confia e, para não
lhe dar vez, tomou-lhe o lugar?
Revolução autêntica teria sido aquela que desse, há de ser
aquela que dê ao povo maior participação, e não menor, nas
decisões que marcam o seu destino.
O povo não quer o que lhe dão, ou seja, um governo
subserviente a decisões tomadas no exterior, hostil ao povo e
temeroso do seu julgamento, usando abusivamente as armas da
segurança nacional para coagi-lo e imobilizá-lo, implantando a
insegurança, a descrença e a ansiedade em todas as classes e
em todos os lares.
As desculpas para um regime antidemocrático estão esgotadas.
O Brasil repele tutelas e curatelas.
Não há quem não estranhe que se pretenda converter o Brasil
em arena para um prélio de oportunistas em busca de
supremacia pessoal. Entre o messianismo teleguiado de uns e
as evasivas táticas de outros, impõe-se o dever de falar e, com
clareza, assumir compromissos e responsabilidades perante o
único senhor deste país, que é o seu povo. As próprias decisões
da política econômica, em cujo nome tantos crimes se
cometem, exigem, para serem eficazes, essa garantia. Pois,
como pode a opinião pública, nacional e internacional,
confirmar o que desconhece, acreditar no que não se afirma,
conhecer o que deliberadamente se pretende ocultar?Por tudo isso é que nos decidimos a traduzir as exigências do
povo brasileiro. A ele devemos gratidão e fidelidade. Aos
trabalhadores esmagados pela reação, que os expulsou da
comunidade como se fossem párias. Foi-lhes negado voz para
protestar e voto para decidir. São oprimidos pelo desemprego,
pela perda crescente do seu poder aquisitivo, pelo
congelamento dos salários, pela instabilidade que agrava a
injustiça. Aos trabalhadores declaramos a nossa disposição de
realizar essa união para defender o seu direito de existir e de
aspirar a melhores condições de vida.
Aos estudantes, para os quais a escola continua a ser escassa,
nega-se até o direito de se manifestarem - nessa nação de
jovens - com o entusiasmo e o altruísmo da juventude. Aos
moços, declaramos o nosso propósito de, juntos, lutarmos para
que eles tenham a oportunidade de influir e, participando,
preparar-se para tomar conta do que é seu.
Às mulheres, lembramos que os sentimentos religiosos foram
explorados pelos que se atiram hoje contra a Igreja, à qual os
usurpadores pretendem negar o cumprimento do dever de
exprimir o protesto dos injustiçados e dar voz aos que foram
silenciados.
A elas e, em geral, à família brasileira, declaramos que a nossa
aliança visa à garantia da paz dos povos livres, a paz dos povos
confiantes, a grande paz generosa dos povos que deliberam e
decidem, diferente da paz do medo, a paz das emboscadas e
dos sofismas, a paz dos artifícios legais para destruir a
legalidade, a falsa paz dos golpes retrógrados e das revoluções
sem programa.
Às classes médias, que se ampliavam e precisam crescer, como
elemento e sintoma de equilíbrio e prosperidade numa
sociedade democrática, hoje esmagadas e marginalizadas,
lançamos esta palavra de convocação e união. Os empresários, os quadros dirigentes da administração
pública e privada, os que dispõem de recursos para investir e
tentam formar a poupança para acelerar a formação do capital
nacional são menosprezados, mantidos em suspeita, tratados
como se alguns ocupantes do poder tivessem o monopólio da
integridade e da competência. Aos que criam a riqueza negam
tudo, a começar pelo crédito. Mas tudo se concede a quem,
vindo de fora, compra o que os brasileiros já não podem manter
ou já não se animam a fazer; e, a título de assessorar os
instrumentos dessa ocupação branca, dirigem a nação.
Quanto mais se improvisa mais se mente ao país, que só pela
verdade terá salvação.
É a longa experiência, contraditória e sofrida desses brasileiros
todos, de todas as classes e setores, que nós reclamamos seja
ouvida e respeitada. Incluímos, naturalmente, os militares, cuja
tradição democrática não permite que apoiem a usurpação dos
direitos do povo. O conceito moderno de segurança nacional
inclui as Forças Armadas como participantes ativas do
desenvolvimento econômico, pelo aproveitamento econômico,
pelo aproveitamento de seus quadros em tempo de paz. Nem
isso fez o governo, no entanto chefiado por um militar que
promove o divórcio entre o povo civil e militar. O regime vigente
que só se define pela negativa, dizendo-se "anti-subversivo" e
“anticorrupto” é antidemocrático e antinacional. Pelo arbítrio,
subverte e, pela coação, corrompe.
O espírito retrógrado, a política anacrônica, a subserviência a
decisões estranhas ao interesse nacional, a mentalidade
reacionária não são a defesa adequada contra o que a maioria
repele. Muito menos num país cujo ímpeto é progredir sem
prevenções nem subordinações espúrias.
Impor-se ao povo pela força é convencer o povo de que só pela
força ele pode recuperar os direitos que lhe foram arrebatados.
Não é possível que a força armada seja o único instrumento de
constituição e funcionamento de um governo. Não se pode aceitar que oitenta milhões de criaturas sejam dirigidas pela
coação e pela intimidação. Se o "vácuo político" é que deu
ensejo à ocupação do poder pelas armas, é templo de unir o
povo - todo o povo, civil e militar -, para acabar com essa
anomalia e colocar o Brasil no caminho da democracia.
Revolução não quer dizer "recuo" nem "deformação", quer dizer
transformação".
A nossa voz é de protesto e advertência em favor de uma saída
democrática para o Brasil - enquanto é tempo. Não queremos a
volta ao passado. O que nos move não é a nostalgia nem a
vendeta.
Queremos para o Brasil sempre o melhor. Por isto mesmo é que
as vozes que lhe deram o exemplo de sua capacidade de luta e
afirmação, até os extremos da desunião, unem-se agora para
dizer aos brasileiros que é tempo de acabar com a impostura
dos falsos salvadores da Pátria da Democracia.
Porque o nosso pronunciamento é de união do povo, por
convicção e não pela ambição pessoal ou mero oportunismo,
cada palavra que escrevemos é medida e visa a exprimir a
realidade sentida e vivida pelo nosso povo.
Tudo o que nos separou e pode ainda distinguir aspectos
peculiares de nossas convicções, modos de ser e agir, cede ao
que é mais profundo e permanente em cada brasileiro, o
mesmo sentimento da pátria e o mesmo dever para com o povo
que governamos e continuamos a representar.
Reclamamos para o Brasil a instalação de um regime
democrático que considere as transformações do mundo atual e
seja fiel às peculiaridades nacionais, de forma a permitir a real
participação política de todos os setores do povo.
É necessário convocar, a curto prazo, eleições livres pelo voto
secreto e direto.
Exigimos respeito às garantias jurídicas e aos direitos
individuais. Sobretudo, proteção à pessoa humana, livre de toda coação senão a da lei livremente elaborada e sancionada por
representantes livremente eleitos pelo povo.
Consideramos indispensável uma reforma dos partidos e das
instituições, para que representem, de fato e de direito, os
interesses do povo e não sejam mecanismos frios, vazios de
conteúdo, impostos por tutores e não propostos por líderes
democráticos. Será o único meio de contar a nação com
instituições e partidos autênticos, capazes de não serem
empolgados por minorias sociais, grupos financeiros ou forças
internacionais.
Afirmamos que a política econômica deve ser inequivocamente
ditada só pelo interesse nacional. Nem política "de choques",
nem "gradualista". Estas partem de uma noção falsa, a de que o
maior, senão único problema é "salvar" a moeda. Depois do
malogro dessa política continuam a insistir na tônica errada
como se o erro fosse apenas de aplicação e não de concepção.
O que está errado é confundir com inflação os investimentos e
despesas indispensáveis à aceleração do desenvolvimento -
sem a qual o país passa da pobreza à miséria, com todas as
suas conseqüências. Perdendo a nação, não se salva nem a
moeda. Não adianta, pois, tentar salvar a moeda condenando a
nação à estagnação e o povo ao desespero.
O desenvolvimento econômico é o objetivo central da política
que propomos. Não tem cabimento adotar fórmulas rígidas
concebidas para países ricos e impostas a países que ainda não
enriqueceram. A política econômica para o Brasil tem de visar à
expansão do mercado interno, melhores salários para aumentar
a capacidade de consumo e incorporação dos setores rurais
marginalizados do processo econômico.
A ajuda estrangeira não pode continuar a ser a panacéia, com
que nos acenam como pretexto para reduzir a capacidade de
consumo e a expansão econômica brasileira dentro de suas
próprias fronteiras. Internamente, não se trata de apelar para os ricos nem se
queixar porque não dão esmola bastante aos pobres, e sim dar
apoio afetivo à criação da riqueza nacional. Isso se consegue
pela defesa intransigente dos preços dos produtos que
exportamos, pela prioridade nos investimentos e, sobretudo,
pela necessidade de fazê-los a curto, médio e longo prazo,
segundo prioridade e metas devidamente programadas.
Não advogamos a causa da inflação. Essa é crônica e não tem
nem precisa ter dia marcado para acabar. Se não foi extinta
com a política do desenvolvimento também não o foi nem será
com a política da estagnação.
Nenhum país ainda pobre resolveu seus problemas com a
política imposta pelo FMI. Ao contrário. Seus resultados, no
Brasil, em dois anos e sete meses, são: desestímulo,
desorientação, desemprego, decadência, desordem e
desespero.
Aos ricos promete-se, agora, que ficarão mais ricos. Mas ao
mesmo tempo são ameaçados de novas taxações. Pois o regime
que prometeu estímulo à iniciativa privada declarou guerra ao
lucro.
Enquanto isso, os pobres já não têm o que comer e os
remediados se empobrecem. Só o Estado, pela arrecadação dos
impostos, enriquece. E ainda assim apenas na aparência. O
“equilíbrio” orçamentário não inclui o indispensável aumento
dos vencimentos civis e militares, o que basta para mostrar a
falsidade. O “saldo” de divisas é apenas o resultado da “falta”
de importações por estagnação econômica.
A obsessão de “primeiro arrumar a casa” financeiramente leva a
destruí la economicamente. Não é por meras evasivas que se
pode contornar a necessidade de uma definição que exige
audácia, confiança e o indispensável apoio popular.A política econômica a seguir deve basear-se nos recursos
nacionais. A contribuição estrangeira deve ser condicionada à
sua utilidade real e não às margens da “ajuda” de fora.
O atual governo descapitaliza as forças da produção, contém
salários enquanto os preços disparam, nega o crédito e
aumenta o custo do dinheiro. É mais certo sacar sobre o futuro
numa nação que tem futuro, do que entregá-lo ao domínio de
interesses estranhos aos que trabalham e vivem no Brasil.
O tamanho, as dimensões, a diversidade do país impõem a
descentralização das aplicações da política econômica. Urge
promover autonomia de iniciativa, mantendo-se a ação federal
num número estrito, mas indispensável, de atividades decisivas
na promoção do desenvolvimento. Para eliminar os focos da
inflação crônica é preciso retomar, com as lições da
experiência, um esforço intenso de modernização do país e
conquista de eficiência econômica.
A elaboração de um programa assim concebido, que está na
consciência de todos, deve concluir pela formação e aplicação
de um Projeto Brasileiro. Este deve ter um sentido de confiança,
abandonando corajosamente os erros e com igual coragem
aproveitando o que há de válido nas experiências anteriores.
A tarefa a realizar no programa econômico, do qual o financeiro
é mero complemento, só será exequível se com ela se
comprometerem governos, empresários, trabalhadores,
militares, o povo inteiro, em verdadeiro movimento político de
mobilização nacional. Todo esforço nacional externa e
internamente deve concentrar-se nesse programa.
Urge repor o processo de desenvolvimento brasileiro em termos
de confiança no esforço nacional, na expansão do mercado
interno, na mobilização do povo brasileiro para aumentar a
produção e melhorar a produtividade. Os investimentos
reprodutivos, quer financeiros quer sociais, não devem ser
retardados. Ao contrário, acelerados, só assim se poderá reabsorver o excesso de moeda emitida com acréscimo de
riqueza produzida.
É preciso, portanto, que a política econômica seja lastreada
pelo apoio popular. Este não pode ser mobilizado pelos que
desconfiam do povo e o temem a ponto de marginalizá-lo do
processo político.
Afirmamos a necessidade de adotar uma política externa que
exclua o Brasil, expressamente, de participação em qualquer
bloco político-militar.
Acreditamos que o Brasil, nação emergente, mas que já começa
a pesar na balança do poder mundial, não pode ser mero
apêndice de quaisquer blocos políticos-militares.
O único compromisso do Brasil deve ser com a preservação da
raça humana, sem discriminação racial sob pretexto nenhum e
sem paternalismos de nações sobre nações, e com o
desenvolvimento econômico, social e cultural de cada um e de
todos os povos.
Afirmamos a necessidade de rever e atualizar o conceito de
segurança nacional, de modo a que as Forças Armadas
participem desse esforço. Insistimos na necessidade de
formular uma doutrina militar própria do Brasil, atualizada em
relação às suas tarefas em tempo de paz, visando ao bem-estar
do povo e pleno exercício da soberania nacional.
Reivindicamos a discussão, a proposição de uma política de
reformas nas estruturas sociais e econômicas que retardam a
aceleração do progresso nacional e a ascensão das forças do
trabalho. Esta deve ser a tônica de uma política de paz e
reforma democrática para acelerar o desenvolvimento. O Brasil
precisa recuperar-se do atraso que lhe vem sendo imposto por
pretextos e manobras que não conseguem esconder seu fundo
obscurantista. Tais reformas devem atender a quatro imperativos. O da justiça,
no plano social. O da produtividade, no plano econômico. O da
consolidação da soberania, no plano nacional. O da unidade
básica do povo, para assegurar o fortalecimento da regra
democrática: o livre debate, a predominância da maioria, o
respeito às minorias e ao seu direito de se transformar em
maioria, a convivência dos contrários.
Essas reformas devem ser examinas com objetividade e
franqueza, sem preconceitos nem sectarismos.
Queremos soluções práticas, ajustadas às tradições e às
aspirações nacionais. Damos especial ênfase à reforma
administrativa, na qual se impõe uma política de preparação de
quadros capaz de garantir a execução harmônica e coerente
das grandes etapas do crescimento nacional.
Reivindicamos o debate, proposição e aplicação de uma política
de educação e ensino que atenda, também, a esses critérios;
consagre a síntese entre a tradição cristã e a humanista e dê
prioridade à revolução tecnológica, a fim de que o Brasil possa
acelerar o passo. O atraso tecnológico de uma nação como o
Brasil aumenta os riscos do desaparecimento da soberania
nacional e põe em perigo, por isto mesmo, a paz mundial; pois
uma nação não se submete sem luta; e a luta, nesse caso
inevitável, seria o começo de uma conflagração continental.
Não pode o Brasil conformar-se com o papel de satélite
tecnológico. É parte essencial da luta pelo desenvolvimento o
esforço pela atualização da ciência no Brasil.
Queremos que a nação reúna a experiência dos conservadores,
a prudência dos moderadores, a esperança dos inconformados,
a audácia dos reformadores. Tudo isso unido pela aspiração
comum de “democratização” e “afirmação nacional” do Brasil.
Só assim se poderá recuperar o tempo perdido e dar agora, em
poucos anos de esforço, paciência e fé, o grande salto sobre o
atraso que atormenta os brasileiros. Depois de tantas lutas malogradas, de tantos sacrifícios e
tantos êxitos desperdiçados, só um gesto de grandeza, capaz
de superar nossas fraquezas e deficiências, será capaz de guiar
o povo para encontrar o seu caminho fora do labirinto de
silêncio, intrigas e pretextos em que a nação se perdeu.
Se para a recomendação e adoção de tais diretrizes o simples
amor ao Brasil é capaz de inspirar este entendimento entre
adversários, de prodígios bem maiores será capaz o povo
mobilizado e organizado, uma vez recuperada a esperança que
perdeu.
Com esse entendimento procuramos dar exemplos de grandeza.
Possa o sentimento de dever com a pátria inspirar todos os
brasileiros para que juntos consigamos o que separados não
poderíamos fazer.
Pela união popular para libertar, democratizar, modernizar e
desenvolver o Brasil!”
Em 19 de novembro de 1966, Lacerda e Kubitschek emitiram a Declaração de Lisboa.
Deste encontro, registrou-se uma passagem que dá uma idéia da inteligência de Lacerda, ao
mesmo tempo que do seu oportunismo político. Ele, que combatera os Governos democráticos
na esperança de vir a ser o escolhido pelos militares para comandar o país, via-se,
crescentemente discriminado. Não havia sido, ainda, cassado, mas estava na mira dos setores
radicais em ascensão depois da posse de Costa e Silva. A Frente Ampla era um instrumento
decisivo para que ele se credenciasse, novamente, à vida política do país. Juscelino aceitou
encontrá-lo onde vivia, em Lisboa, virtualmente expulso do país. Mas, constrangido, não
escondia dissabores com Lacerda. Vendo-o entrar na sala, JK mostrava-se reticente. Temia ser
usado por Lacerda. Este, porém, astutamente, lhe desarma, arrancando-lhe um sorriso
preliminar à declaração conjunta que emitem :
- “Presidente, um povo não tem porque viver sob a ditadura só
porque , algum dia, dois de seus maiores líderes se
desentenderam...”
Feito o entendimento com JK , o que lhe granjeou o apoio de grande parte de parlamentares
ligados ao antigo PSD, ora em vias de se transformar no embrião do MDB, Lacerda vai à
conquista do apoio de Goulart, o que obtém no final de 68. Os contatos com Goulart, mantidos através do deputado Osvaldo Lima Filho e de José Gomes
Talarico, evoluíam. No final de setembro, mais de dez meses depois da Declaração de Lisboa,
Lacerda firmou em Montevidéu uma nota conjunta com Goulart, na qual a Frente Ampla era
caracterizada como um “instrumento capaz de atender… ao anseio popular pela restauração das
liberdades públicas e individuais”.
(Lacerda, cit)
Mas teria pouco tempo de vida e pífios resultados. A Frente Ampla morreria no 05 de abril de
1968, mas inspiraria Carlos Heitor Cony, décadas depois , a escrever um livro: “O beijo da morte”, que conquistaria o o segundo lugar na categoria Reportagem e Biografia do Prêmio Jabuti
2004.
OS CRIMES DOS GENERAIS
O livro “O Beijo da Morte” dos autores Carlos Heitor Cony e Anna Lee, é um romance-reportagem que trata de mortes misteriosas de grandes políticos brasileiros e até mesmo latino-americanos, entre os quais entre as quais JK, Jango e Lacerda. Segundo os autores,
historiadores, estes políticos teriam sido vítimas de conspiração política internacional. De
qualquer modo tais fatos ainda estão obscurecidos por falta de dados concretos verificáveis
juridicamente. Enfim, quais são as reais circunstâncias em que morreram estes três grandes
nomes, Juscelino Kubitschek, João Goulart e Carlos Lacerda? O livro é uma excelente
reportagem. Ambos os repórteres são muito respeitados como jornalistas e como historiadores o
que ajuda a crer que tais circunstâncias podem muito bem ser dignas igualmente de
credibilidade. Esta, portanto, pode superar em muito a ficção a que se lhe atribui. Como explica
Cony, “Apesar das provas existentes, que dão como natural a morte dos três líderes, sempre
duvidei das conclusões oficiais, e não apenas nesse assunto, mas na história em geral, que é
uma sucessão de casos obscuros e mal resolvidos." Cony e Anna entrevistaram dezenas de
pessoas, no Rio, em São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Montevidéu. Examinaram habbeas-data
e prontuários médicos. Além de textos de Cony que foram resultados de sua investigação que se
iniciaram em 1976. O livro possui anexos com valor documental onde é pedida a exumação do
corpo de Jango para verificar a suspeita de envenenamento, suspeita dominante hoje, e um
outro documento super revelador, mediante ao que se criou o grande movimento Frente Ampla,
radicalmente contrário aos “desejos” norte-americanos para manter aqui a sua hegemonia, não
só no Brasil, mas nos outros Uruguai, Argentina e Paraguai naqueles anos finais da década de
60.
(. Carlos Heitor Cony E Anna Lee. O Beijo Da Morte. Rio: Editora Objetiva, 2003, 288 os
, 2008 - Fonte:http://pt.shvoong.com/books/1762809-beijo-da-morte/#ixzz2PbSH8xh6 )
A Frente Ampla, pois, foi um último e sospechoso(?) suspiro para equacionar o retorno à
democracia mutilada em 1964 por meios “diplomáticos”. Frustrada, ficou condenada ao
esquecimento. Já não é notícia. Mas teve uma importância muito grande, na sua época, merecendo maiores estudos . De qualquer forma, é interessante, como salienta Cony, que oito
anos depois, seus principais protagonistas – Lacerda, JK e Jango - , justo quando se anunciava
a reabertura no país, estivessem mortos, dois deles, pelo menos, em circunstâncias estranhas.
Talvez porque, naquela conjuntura, pudessem ter dado à dita redemocratização não só um outro
ritmo, mas também, um outro caráter.
BOLETINS DE NOTÍCIA
Manchetes Educacionistas - 5/4/13 -
Edição nº 1072
•Federalização do ensino básico é a solução? (Artigo)
•ATENÇÃO - Adiada apresentação de parecer da MP dos royalties para educação
•Ciência sem Fronteiras abre inscrição de bolsas para jovens talentos
•Conferência sobre a sociedade da informação se encerra nesta sexta-feira
•Pesquisadora afirma que crianças ociosas se tornam mais criativas
•1ª turma do método Paulo Freire se emociona ao lembrar das aulas
•EDUCAÇÃO: Conta vencida
•10º prêmio Itaú-Unicef: Mais tempo para educar o Brasil
•Ensino à distância de qualidade será divisor de águas na educação, diz presidente de
Harvard/MIT
•Dilma quer royalties na Educação
•Raquíticos de cérebro (Artigo)
•Governo do Acre quer se firmar como centro de P&D na Amazônia
•“O PIB, para o povo, é o emprego e a renda” (Entrevista)
•Definida programação do Encontro Prepartório de Recife ao Fórum Mundial de Ciência
2013
•MG: alunos de medicina vivem incerteza após curso ser desativado
•Justiça Federal volta a garantir apenas vista pedagógica das redações do Enem
•
CLIPPING DE NOTÍCIAS ELABORADO PELO GABINETE DO SENADOR CRISTOVAM
BUARQUE· ENVIE AS MANCHETES EDUCACIONISTAS PARA SEUS AMIGOS E AMIGAS
E MULTIPLIQUE A INFORMAÇÃO E O CONHECIMENTO NA LUTA PELA
PRIORIDADE DA EDUCAÇÃO ... MAIS DE 10 MIL PESSOAS RECEBEM
DIARIAMENTE AS MANCHETES EDUCACIONISTAS ... AJUDE A MULTIPLICAR
ESSE PÚBLICO ATIVO ...
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· www.educacionista.org.br/manchete
· www.direitoshumanos.etc.br
· www.cristovam.org.br
Boletim de atualização do Portal EcoDebate - Edição 1.809, de 05 / abril / 2013
Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
Países com decrescimento populacional, artigo de José Eustáquio Diniz Alves
Seminário ressalta urgência na troca do modelo econômico neodesenvolvimentista
brasileiro
CSN doa terreno contaminado com substâncias cancerígenas a funcionários
Governo do Rio multa CSN e pede retirada de famílias de área contaminada em Volta
Redonda
Ministério Público Federal pede paralisação de Belo Monte até que condicionantes
sejam cumpridas
MPF/PA recorre para suspender operação policial e estudos de usina hidrelétrica no
Tapajós
Empresa é autuada na Baixada Fluminense por captação e venda ilegal de água para
o consumo humano
Código Florestal: o que o produtor rural pode esperar das novas regras?
RJ: Operários são resgatados de trabalho semelhante à escravidão no centro da
cidade
Direito à visibilidade e aos direitos, por Walter Hupsel
Dois réus são condenados pela morte de extrativistas no Pará e acusado de ser
mandante é absolvido
Doença articular compromete mobilidade de idosos[ O conteúdo do EcoDebate é "Copyleft", podendo ser copiado, reproduzido e/ou
distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao EcoDebate e, se for o caso, à
fonte primária da informação ]
“Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo,
economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é
sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo
exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e
politicamente influente.”
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solicitar a exclusão da lista de distribuição do boletim diário.
Henrique Cortez, henriquecortez@ecodebate.com.br - coordenador Portal EcoDebate
Site Inovação Tecnológica - 05 ABR 2013
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