DROPS março 11
VIDEO – TV ESCOLA
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PÉROLAS DA MUSICA POPULAR BRASILEIRA
Acrescento aqui, a opinião magistral de Manuel Bandeira (Orestes,
Jornal do Brasil, 18 de janeiro de 1956) sobre os versos de Orestes Barbosa:
Se se fizesse um concurso para apurar qual o
verso mais bonito da nossa língua, talvez eu votasse naquele de Orestes em que
ele diz:
‘Tu
pisavas nos astros distraída...’ \
Roberto Gomes – PR
Chão de Estrelas
Zé Renato
Minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Meu barracão no morro do salgueiro
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou...
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou...
Nossas roupas comuns, dependuradas
Na corda, qual bandeiras agitadas
Pareciam um estranho festival
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
Na corda, qual bandeiras agitadas
Pareciam um estranho festival
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua furando nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas nos astros distraída
Sem saber que a ventura desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão
Mas a lua furando nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas nos astros distraída
Sem saber que a ventura desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão
NOTÍCIA EM DESTAQUE : ANIVERSÁRIO DE
FUKUSHIMA

Aniversário de Fukushima inspira debate
sobre a segurança nuclear
Acidente
ocorrido no Japão inspira debate sobre tecnologia, segurança, prevenção e
resposta a desastres naturais no IV Seminário Internacional de Energia
Nuclear
No próximo dia 11 de março,
completam-se dois anos do terremoto seguido de um tsunami que causou a explosão
de um reator e o vazamento de radiação na usina nuclear de Fukushima, no Japão.
O acidente serviu de “pano de fundo” para uma reflexão mundial sobre o papel
que a energia nuclear deverá ter nas estratégias energéticas nacionais ao longo
do século XXI. Por outro lado, a lenta resposta do mundo às mudanças climáticas
leva a uma outra reflexão: a população mundial, que de 3 bilhões em 1960 passou
a quase 7 bilhões hoje, continuará seu crescimento, devendo atingir 9 bilhões
até 2050. A demanda mundial de eletricidade também continuará a crescer ainda
mais rapidamente, triplicando até 2050 e exigindo ao mesmo tempo a busca de
fontes renováveis e energias mais limpas. Diante desse quadro, cabe a pergunta:
o mundo pode abrir mão da energia nuclear?
Na visão de especialistas da
Eletrobrás Eletronuclear, “a maior lição de Fukushima, a partir da análise do
evento e de suas repercussões mundiais, é que a nossa reação deve combinar uma
prática cada vez mais segura com um melhor esclarecimento da população. Sem
ambas, as bases da energia nuclear serão perigosamente frágeis, e assim também
serão as perspectivas para a revolução mundial da energia limpa da qual depende
crucialmente o futuro ambiental do nosso planeta”.
De olho no aperfeiçoamento
tecnológico para garantir a segurança, o Brasil já reafirmou sua disposição de
construir pelo menos mais quatro usinas até a próxima década. Diante disso, o
grande desafio é “encontrar os meios que permitirão que essa tecnologia de
imenso valor desempenhe o seu papel fundamental e necessário na contínua
melhoria das condições de vida da humanidade”. Um grande debate em torno desses
desafios vai marcar, no Brasil, o segundo aniversário do acidente de Fukushima,
durante o IV Seminário Internacional de Energia Nuclear, que acontece
nos dias 24 e 25 de abril, no Rio de Janeiro, em parceria com a ELETROBRAS
ELETRONUCLEAR, AREVA Brasil, GENPRO e outras empresas públicas e privadas do
setor de energia. O evento conta com a participação de diversos convidados
e profissionais de organismos estrangeiros ligados ao setor nuclear.
Muitos países já se deram conta de
que não poderão prescindir dessa fonte de energia no futuro para atender sua
demanda. No Brasil, depois de uma rápida reavaliação da segurança da central
nuclear de Angra, a Eletrobrás Eletronuclear concluiu que as usinas brasileiras
têm condições favoráveis para suportar acidentes decorrentes de catástrofes
naturais de extrema severidade. E elaborou um plano de ações para aprimorar a
segurança das usinas nucleares brasileiras. No total, são 56 iniciativas, entre
estudos e projetos, a serem implementadas até 2015 e que contarão com
investimentos de R$ 300 milhões.
Em relação à capacidade da central
nuclear de resistir a eventos externos, o estudo afirma que as usinas de Angra
não estão expostas a riscos de tsunami, quando se leva em conta as
características geológicas e tectônicas da região do Atlântico Sul.
Adicionalmente, a central está instalada numa baía, em águas protegidas, e o
molhe de proteção existente tem margem de segurança adequada contra o risco de
marés e ondas elevadas. Em relação a terremotos, a central está localizada em
região de baixa atividade sísmica, e o projeto da planta está adequado para o
nível de risco existente na região.
Com a construção de Angra 3 em, além
de debates sobre novas tecnologias, soluções, equipamentos e mão de obra para
atender o Programa Nuclear Brasileiro, em especial Angra 3 e as novas usinas, o
IV Seminário Internacional de Energia Nuclear prevê palestras, painéis e
debates sobre gestão, prevenção de riscos e respostas rápidas a desastres
naturais, com ênfase na comunicação e informação para a rápida mobilização,
além de trazer experiências do Brasil e do exterior sobre planos de emergência,
monitoramento climático etc. O objetivo é reunir representantes da cadeia
nuclear brasileira e internacional, agências internacionais de segurança,
empresas de consultoria, construção e montagem industrial, fornecedores de
equipamentos e soluções tecnológicas.
INSCRIÇÕES ABERTAS – TABELA DE INVESTIMENTO
PERÍODO
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VALORES
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05/10 a 31/12/2012
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R$ 300,00
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01/01 a 24/03/2013
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R$ 350,00
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25/03 a 25/04/2013
|
R$ 400,00
|
Solicite o formulário de inscrição
pelo e-mail: inscricao.planeja@gmail.com ou ligue para o Atendimento ao Participante: (21) 2262-9401 / 2244-6211 ou baixe o
formulário pelo link Formulário de inscrição_2013

LEMBRAR É RESISTIR
FUKUSHIMA NUNCA MAIS!
FUKUSHIMA NUNCA MAIS!
A Caixa Econômica Federal nos fará assumir um risco
que os alemães não quiseram assumir?
que os alemães não quiseram assumir?
Há dois anos, em 11 de março de 2011, o mundo
foi abalado pela tragédia de Fukushima, quando um fortíssimo terremoto e um tsunami
de grandes proporções foram seguidos pela explosão de uma usina nuclear, que
difundiu partículas que continuarão radioativas por muitos anos em várias áreas
do Japão.
Ao que tudo indica, a usina continua vazando: há
pouco (cf. jornal Asahi Shimbum S.Paulo),
foi encontrado nas suas proximidades um peixe com 5 mil vezes mais
radioatividade que o permissível. Enquanto isso estão à espera de destino
final, numa piscina de refrigeração sujeita a novos terremotos, toneladas de
combustível usado que contém grande quantidade de césio-137, um elemento
radiativo que conhecemos: em 1987 somente 19 gramas desse césio causaram grande
número de mortes em Goiânia.
Estamos aqui reunidos, neste 11 de março de 2013, para
nos solidarizarmos com o povo japonês pelo sofrimento que lhe é imposto pelo
irresponsável uso da tecnologia nuclear para produzir energia elétrica.
Mas
aqui estamos também para denunciar o que ocorre em nosso próprio país. Enquanto
a manipulação de elementos radioativos deixou terrenos contaminados até aqui na
cidade de São Paulo, grande quantidade de recursos públicos podem ser desviados
do atendimento de nossas necessidades sociais para financiar o negócio nuclear:
as empresas que lucram com a tecnologia nuclear pretendem que a Caixa Econômica
Federal financie a conclusão da terceira usina nuclear brasileira, em Angra dos
Reis
Os fatos explicam: o governo brasileiro contava com um
empréstimo de Bancos europeus para terminar Angra III; estes Bancos, por sua
vez contavam com a garantia da Companhia de Seguros Euler Hermes, da Alemanha;
mas o governo alemão foi questionado pela dupla moral que consistiria por um
lado em fechar suas usinas nucleares e por outro ajudar a construção de usinas
em outros países; para tentar tranquilizar quem protestava ele pediu ao governo
brasileiro garantias e provas de que Angra III seria um “projeto seguro”,
segundo as normas internacionais; o governo brasileiro resolveu desistir da
negociação com os bancos europeus, provavelmente por não ter condições de fornecer os estudos
exigidos; o lobby nuclear quer então que a Caixa Econômica Federal compense o
financiamento perdido.
Diante dessa irresponsabilidade, o que dizer das
falhas técnicas ou erros humanos que podem provocar em Angra desastres como o
de Fukushima? Além das mais de 150.000 pessoas que vivem nas proximidades das
usinas, os milhões de habitantes de São Paulo e Rio seriam facilmente
alcançados por nuvens radioativas como as que se espalharam por toda a Europa,
em 1986, com a explosão da usina nuclear de Chernobyl, na União Soviética.
O mínimo que nós, cidadãs e cidadãos brasileiros,
temos que exigir, antes de se fechar as outras duas usinas de Angra, é que se
interrompa a construção de Angra III.
A Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares,
juntamente com a Articulação Antinuclear Brasileira, está solicitando uma
audiência ao Presidente da Caixa Econômica Federal e à Secretaria Geral da
Presidência da República para protestar contra uma decisão de financiamento de
Angra III pela Caixa. E conta com o apoio dos brasileiros de bom senso nesta
sua iniciativa.
Japão
por Monja Coen
por Monja Coen
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
Kokoro ou Shin significa
coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade
suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à
serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar,
suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e
superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no
Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras..
A primeira pela violência do tsunami e dos
vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de
Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade,
paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e
vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte
americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam
cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se
mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e
gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as filas para assistência
médica ? quantas pessoas necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber
água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e
escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta
de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das
perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de
alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o
agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje
enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave.
Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam
desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar,
desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela
minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que
estamos causando ao mundo. Sumimasem.
Quando temos humildade e respeito pensamos
nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um
todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar
primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de
nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na
Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo:
mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As
vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos
de resgate e delicadamente transportadas ? quer para as tendas do
exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros,
barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas,
informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção
bem estabelecida de que ?somos um só povo e um só país?.
Telefonei várias vezes aos templos por onde
passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias
internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me
pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia o que
Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é
seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído
novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos
perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais
seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e
vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos
das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades,
vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada
produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma
tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a
solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o
sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura,
dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em
todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura
e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo
que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?,
me perguntaram. E só posso dizer : todas. Todas eram e são pessoas de meu
conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência,
persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen
BOLETINS DE NOTÍCIA
Manchetes Educacionistas
- 11/3/13 - Edição nº 1056
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ELABORADO PELO GABINETE DO SENADOR CRISTOVAM BUARQUE
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MANCHETES EDUCACIONISTAS PARA SEUS AMIGOS E AMIGAS E MULTIPLIQUE A INFORMAÇÃO E
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socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se
não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas
um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria
poderosa, rica e politicamente influente.”
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Newsletter Diária da Associação
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7 de março de 2013
VÍDEO
Lula, no NY Times: “Se
uma figura pública morre sem deixar ideais, seu legado chega ao fim”
A História vai afirmar, justificadamente, o papel que Hugo
Chávez desempenhou na integração da América Latina e o significado de seus 14 anos
na presidência para o povo pobre da Venezuela, onde ele morreu na terça-feira
depois de uma longa batalha contra o câncer. Leia mais aqui.
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