segunda-feira, 11 de março de 2013

COLUNA DO PAULO TIMM(Torres-RS) - DROPS março 11





DROPS março 11



                         VIDEO – TV ESCOLA
Vídeos
1 resultado novo para TVEscola

JK - TV ESCOLA - YouTube
15 min
TV Escola - História Política de Minas Gerais - Teleaula 16 (16 de 25)by Assembleia de ...
youtube.com
                      BROCARDOS

Leonardo Mota Neto
Adágio do dia: "Ninguém é menos conhevido que cada um de si mesmo" (De Leonardo Mota, em Adagiário Brasileiro")
                       PÉROLAS DA MUSICA POPULAR BRASILEIRA
Acrescento aqui, a opinião magistral de Manuel Bandeira (Orestes, Jornal do Brasil, 18 de janeiro de 1956) sobre os versos de Orestes Barbosa:
Se se fizesse um concurso para apurar qual o verso mais bonito da nossa língua, talvez eu votasse naquele de Orestes em que ele diz:

                      ‘Tu pisavas nos astros distraída...’ \
                                                                          Roberto Gomes – PR

Chão de Estrelas

Zé Renato

                                                 http://letras.mus.br/ze-renato/1206460/
Minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Meu barracão no morro do salgueiro
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou...
Nossas roupas comuns, dependuradas
Na corda, qual bandeiras agitadas
Pareciam um estranho festival
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua furando nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas nos astros distraída
Sem saber que a ventura desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão


NOTÍCIA EM DESTAQUE : ANIVERSÁRIO DE FUKUSHIMA

Aniversário de Fukushima inspira debate sobre a segurança nuclear

Publicado em 02/20/2013
Acidente ocorrido no Japão inspira debate sobre tecnologia, segurança, prevenção e resposta a desastres naturais no IV Seminário Internacional de Energia Nuclear
No próximo dia 11 de março, completam-se dois anos do terremoto seguido de um tsunami que causou a explosão de um reator e o vazamento de radiação na usina nuclear de Fukushima, no Japão. O acidente serviu de “pano de fundo” para uma reflexão mundial sobre o papel que a energia nuclear deverá ter nas estratégias energéticas nacionais ao longo do século XXI. Por outro lado, a lenta resposta do mundo às mudanças climáticas leva a uma outra reflexão: a população mundial, que de 3 bilhões em 1960 passou a quase 7 bilhões hoje, continuará seu crescimento, devendo atingir 9 bilhões até 2050. A demanda mundial de eletricidade também continuará a crescer ainda mais rapidamente, triplicando até 2050 e exigindo ao mesmo tempo a busca de fontes renováveis e energias mais limpas. Diante desse quadro, cabe a pergunta: o mundo pode abrir mão da energia nuclear?
Na visão de especialistas da Eletrobrás Eletronuclear, “a maior lição de Fukushima, a partir da análise do evento e de suas repercussões mundiais, é que a nossa reação deve combinar uma prática cada vez mais segura com um melhor esclarecimento da população. Sem ambas, as bases da energia nuclear serão perigosamente frágeis, e assim também serão as perspectivas para a revolução mundial da energia limpa da qual depende crucialmente o futuro ambiental do nosso planeta”.
De olho no aperfeiçoamento tecnológico para garantir a segurança, o Brasil já reafirmou sua disposição de construir pelo menos mais quatro usinas até a próxima década. Diante disso, o grande desafio é “encontrar os meios que permitirão que essa tecnologia de imenso valor desempenhe o seu papel fundamental e necessário na contínua melhoria das condições de vida da humanidade”. Um grande debate em torno desses desafios vai marcar, no Brasil, o segundo aniversário do acidente de Fukushima, durante o IV Seminário Internacional de Energia Nuclear, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Rio de Janeiro, em parceria com a ELETROBRAS ELETRONUCLEAR, AREVA Brasil, GENPRO e outras empresas públicas e privadas do setor de energia. O evento conta com a participação de diversos convidados e profissionais de organismos estrangeiros ligados ao setor nuclear.
Muitos países já se deram conta de que não poderão prescindir dessa fonte de energia no futuro para atender sua demanda. No Brasil, depois de uma rápida reavaliação da segurança da central nuclear de Angra, a Eletrobrás Eletronuclear concluiu que as usinas brasileiras têm condições favoráveis para suportar acidentes decorrentes de catástrofes naturais de extrema severidade. E elaborou um plano de ações para aprimorar a segurança das usinas nucleares brasileiras. No total, são 56 iniciativas, entre estudos e projetos, a serem implementadas até 2015 e que contarão com investimentos de R$ 300 milhões.
Em relação à capacidade da central nuclear de resistir a eventos externos, o estudo afirma que as usinas de Angra não estão expostas a riscos de tsunami, quando se leva em conta as características geológicas e tectônicas da região do Atlântico Sul. Adicionalmente, a central está instalada numa baía, em águas protegidas, e o molhe de proteção existente tem margem de segurança adequada contra o risco de marés e ondas elevadas. Em relação a terremotos, a central está localizada em região de baixa atividade sísmica, e o projeto da planta está adequado para o nível de risco existente na região.
Com a construção de Angra 3 em, além de debates sobre novas tecnologias, soluções, equipamentos e mão de obra para atender o Programa Nuclear Brasileiro, em especial Angra 3 e as novas usinas, o IV Seminário Internacional de Energia Nuclear prevê palestras, painéis e debates sobre gestão, prevenção de riscos e respostas rápidas a desastres naturais, com ênfase na comunicação e informação para a rápida mobilização, além de trazer experiências do Brasil e do exterior sobre planos de emergência, monitoramento climático etc. O objetivo é reunir representantes da cadeia nuclear brasileira e internacional, agências internacionais de segurança, empresas de consultoria, construção e montagem industrial, fornecedores de equipamentos e soluções tecnológicas.
INSCRIÇÕES ABERTAS – TABELA DE INVESTIMENTO
PERÍODO
VALORES
05/10 a 31/12/2012
R$ 300,00
01/01 a 24/03/2013
R$ 350,00
25/03 a 25/04/2013
R$ 400,00
Solicite o formulário de inscrição pelo e-mail: inscricao.planeja@gmail.com ou ligue para o Atendimento ao Participante: (21) 2262-9401 / 2244-6211 ou baixe o formulário pelo link Formulário de inscrição_2013


LEMBRAR É RESISTIR
FUKUSHIMA NUNCA MAIS!
A Caixa Econômica Federal nos fará assumir um risco
que os alemães não quiseram assumir?

Há dois anos, em 11 de março de 2011, o mundo foi abalado pela tragédia de Fukushima, quando um fortíssimo terremoto e um tsunami de grandes proporções foram seguidos pela explosão de uma usina nuclear, que difundiu partículas que continuarão radioativas por muitos anos em várias áreas do Japão.
Ao que tudo indica, a usina continua vazando: há pouco (cf. jornal Asahi Shimbum S.Paulo), foi encontrado nas suas proximidades um peixe com 5 mil vezes mais radioatividade que o permissível. Enquanto isso estão à espera de destino final, numa piscina de refrigeração sujeita a novos terremotos, toneladas de combustível usado que contém grande quantidade de césio-137, um elemento radiativo que conhecemos: em 1987 somente 19 gramas desse césio causaram grande número de mortes em Goiânia.
Estamos aqui reunidos, neste 11 de março de 2013, para nos solidarizarmos com o povo japonês pelo sofrimento que lhe é imposto pelo irresponsável uso da tecnologia nuclear para produzir energia elétrica.
Mas aqui estamos também para denunciar o que ocorre em nosso próprio país. Enquanto a manipulação de elementos radioativos deixou terrenos contaminados até aqui na cidade de São Paulo, grande quantidade de recursos públicos podem ser desviados do atendimento de nossas necessidades sociais para financiar o negócio nuclear: as empresas que lucram com a tecnologia nuclear pretendem que a Caixa Econômica Federal financie a conclusão da terceira usina nuclear brasileira, em Angra dos Reis
Os fatos explicam: o governo brasileiro contava com um empréstimo de Bancos europeus para terminar Angra III; estes Bancos, por sua vez contavam com a garantia da Companhia de Seguros Euler Hermes, da Alemanha; mas o governo alemão foi questionado pela dupla moral que consistiria por um lado em fechar suas usinas nucleares e por outro ajudar a construção de usinas em outros países; para tentar tranquilizar quem protestava ele pediu ao governo brasileiro garantias e provas de que Angra III seria um “projeto seguro”, segundo as normas internacionais; o governo brasileiro resolveu desistir da negociação com os bancos europeus, provavelmente por não  ter condições de fornecer os estudos exigidos; o lobby nuclear quer então que a Caixa Econômica Federal compense o financiamento perdido.
Diante dessa irresponsabilidade, o que dizer das falhas técnicas ou erros humanos que podem provocar em Angra desastres como o de Fukushima? Além das mais de 150.000 pessoas que vivem nas proximidades das usinas, os milhões de habitantes de São Paulo e Rio seriam facilmente alcançados por nuvens radioativas como as que se espalharam por toda a Europa, em 1986, com a explosão da usina nuclear de Chernobyl, na União Soviética.
O mínimo que nós, cidadãs e cidadãos brasileiros, temos que exigir, antes de se fechar as outras duas usinas de Angra, é que se interrompa a construção de Angra III.
A Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares, juntamente com a Articulação Antinuclear Brasileira, está solicitando uma audiência ao Presidente da Caixa Econômica Federal e à Secretaria Geral da Presidência da República para protestar contra uma decisão de financiamento de Angra III pela Caixa. E conta com o apoio dos brasileiros de bom senso nesta sua iniciativa.

 
NOSSA CAIXA NOSSA USINA, NÃO!
www.brasilcontrausinanuclear.com.br

Japão
por Monja Coen

Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
Kokoro  ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz  de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo  de duas maneiras..
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as  filas para assistência médica ? quantas pessoas necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica,  alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água. 
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.  Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.  Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave.  Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.  Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta.  Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo.  Sumimasem.
Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei.  Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.  As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de  resgate e delicadamente transportadas ? quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que ?somos um só povo e um só país?.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas.  Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia  o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória,  nada é seguro neste mundo,  tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo  está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.  O planeta tem seu próprio movimento e vida.  Estamos na superfície, na casquinha mais fina.  Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos.  O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.  E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar. 
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas.  Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.  Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.  Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen
                                                    BOLETINS DE NOTÍCIA

Manchetes Educacionistas - 11/3/13 - Edição nº 1056

·          
·          CLIPPING DE NOTÍCIAS ELABORADO PELO GABINETE DO SENADOR CRISTOVAM BUARQUE

·         ENVIE AS MANCHETES EDUCACIONISTAS PARA SEUS AMIGOS E AMIGAS E MULTIPLIQUE A INFORMAÇÃO E O CONHECIMENTO NA LUTA PELA PRIORIDADE DA EDUCAÇÃO ... MAIS DE 10 MIL PESSOAS RECEBEM DIARIAMENTE AS MANCHETES EDUCACIONISTAS ... AJUDE A MULTIPLICAR ESSE PÚBLICO ATIVO ...

·         www.educacionista.org.br/jornal
·         www.direitoshumanos.etc.br
·         www.cristovam.org.br
                                                       

Boletim de atualização do Portal EcoDebate - Edição 1.792, de 11 / março / 2013
Desejamos a todos(as) um bom dia e uma boa leitura
[ O conteúdo do EcoDebate é "Copyleft", podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao EcoDebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]
“Compreendemos desenvolvimento sustentável como sendo socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável. Se não for assim não é sustentável. Aliás, também não é desenvolvimento. É apenas um processo exploratório, irresponsável e ganancioso, que atende a uma minoria poderosa, rica e politicamente influente.”
Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate
Caso um(a) leitor(a) tenha enviado este Boletim ao seu e-mail e você queira ser incluído(a) na lista de distribuição, basta utilizar o formulário de inscrição da nossa página do boletim: http://www.ecodebate.com.br/boletim-diario/ . O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.
O EcoDebate não pratica SPAM e a exigência de confirmação do e-mail de origem visa evitar que seu e-mail seja incluído indevidamente por terceiros.
Contato com o Portal EcoDebate
Suas opiniões, sugestões e críticas são importantes para que possamos aperfeiçoar o Portal e seu conteúdo. Pode entrar em contato conosco através do e-mail: ecodebate@ecodebate.com.br . Este mesmo e-mail deve ser utilizado para solicitar a exclusãoda lista de distribuição do boletim diário.

coordenador do Portal EcoDebate
Siga-nos também no: Twitter
Siga-nos também no: Facebook


cabeçalho
Newsletter Diária da Associação Desenvolvimentista Brasileira
7 de março de 2013
VÍDEO

Lula, no NY Times: “Se uma figura pública morre sem deixar ideais, seu legado chega ao fim”


A História vai afirmar, justificadamente, o papel que Hugo Chávez desempenhou na integração da América Latina e o significado de seus 14 anos na presidência para o povo pobre da Venezuela, onde ele morreu na terça-feira depois de uma longa batalha contra o câncer. Leia mais aqui.
    Quer ter acesso à outras notícias de política, economia, cultura e ao conteúdo produzido pelos blogs parceiros do Desenvolvimentista?
Curta nossa nossa página no Facebook e siga-nos no Twitter!
facebook twitter
--


DIPLO /OUTRAS PALAVRAS  - Nº 262 - 10/3/2013
Por uma democracia menos cacique
ParaWashington Novaes indignação não basta. Reinventar política exige conhecimento, alternativas e relações sofisticadas de autoridade, como... a dos índios! Entrevista a Inês Castilho, editora da série Outra Política

Eutanásia: o que aprendi com minha mãe
Um jornalista especializado em Saúde relata como viveu pessoalmente uma das grandes questões contemporâneas: a do direito à morte humanizada. Por Charles Ornstein

Dario Fo: por que Beppe Grillo é tão importante
Para Nobel da Literatura, comediante italiano que venceu eleições retoma picardia e irreverência dos menestréis, ao expressar repúdio coletivo à velha política e poderosos. Por Tom Kington

Shakespeare atrás das grades
César deve morrer, dos irmãos Taviani, provoca ao transitar entre documentário e ficção, arte e brutalidade, criação e cárcere. Por José Gerado Couto

--
Boletim de atualização dos sites Outras Palavras e Biblioteca Diplô. A reprodução é benvinda. Interessados em recebê-lo devem clicar aqui. Para deixar de receber, aqui.


_______________________________________________ Boletimdiplo mailing list Boletimdiplo@listas.tiwa.net.br http://listas.tiwa.net.br/listinfo/boletimdiplo Descadastrar: envie email a Boletimdiplo-unsubscribe@listas.tiwa.net.br



Nenhum comentário:

Postar um comentário